A mente que mente é regador de ilusões não faz proliferar jardim...

Amigos que agente faz por ai...

quinta-feira, junho 07, 2012

SME CONVOCA 71 PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL


A Secretaria Municipal de Educação (SME) publicou na página 50 do DOC de 02 de junho a convocação de 71 professores de educação infantil para escolha de vagas e provimento dos cargos. 
           Os candidatos convocados deverão comparecer ao auditório da Conae 2 (avenida Angélica, nº 2.606 – Consolação),  no dia 21 de junho, de acordo com o seguinte cronograma: 

PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL
HORÁRIO               CLASSIFICAÇÃO
9h                              2510 a 2545
10h                            2546 a 2580
11h                            retardatários da escolha até 11h30

Observação: o candidato que não comparecer para a escolha de vaga não será nomeado. 

Viseiras de animais com moldes













Atividades para trabalhar dificuldades ortográficas...





























Casamento Caipira


Tipo: peça e dança.
Personagens: Noivo, noiva, pai da noiva, xerife, padre; vários casais.

1. Os pares, de braços dados, entram em fila, dão uma volta no salão, e param próximo a mesa/altar.
Ordem da entrada: noivos, padre e viúva, pais do noivo, pais da noiva, xerife e mulher, convidados.

2. Realiza-se o casamento. (o texto abaixo é uma sugestão cômica e com fala "caipira").

Xerife (X): Hoje vim acá no Arraiá pra módi casá esse par di moçus que pretendi formá uma famía nova nu arraiá dus sapus, sabiá e tico-tico donde vancês tudo móra.
Padre (P): U novio qui é fio du fazendêro Mané Pistola mais sua muié comadre Agostinha si chama Inhozinho Manduca Pinduca, i a novia qui é fia du comendadô Chico Chicote mais sua muié comadre Nicota, si chama Chica Brotoeja.

X: Prá ocês num fazê fofoca falando só verdade peçu a toda moçada aqui reunida si subé qui já são casadus notras parages avisá prá eu num arrealizá este casório.

P: Vamus moçada, ocês acha qui podi ele cum ela ajuntá seus trapus hoje? Intão vamus prá frente mi arrespondendo...

(O noivo ameaça fugir, mas o pai da noiva, aponta uma espingarda e o traz de volta)

P: Ocê, Manduca Pinduca, arrecebe Chica Brotoeja?

Noivo: Eu Manduca Pinduca arrecebo á vosmecê Chica Brotoeja como minha muié legítima i verdadêra.

P: I vancê, Chica Brotoeja?

Noiva: Eu, Chica Brotoeja, arrecebo a vois Sinhozinho Manduca Pinduca como meu legítimo i verdadêro maridu.

P: Depois dessas adeclaração tudo pessoar eu vô a declará vancês casadus: maridu i muié. Prá ocês vivê cum muito amô, um só pru ôtru nu seu rancho sem oiá pra mais ninguém. CApinandu a roça de mío, cuidando das prantação i povoandu o arraiá cum argumas dúzia de fios pru mundu num acabá.

X: Vamus dançá a quadria ocês tudo, pessoar!


3. Formar novamente a fila. O "cantador" da quadrilha deve anunciar os passos (em negrito):
Passeio dos Namorados.
Cada um com seu par, de braços dados em fila.
Olha os cumprimentos Se dividem em dois grupos, sem desfazer os casais, um grupo de frente para o outro.

Cumprimento das damas.
As damas vão até o meio, dançando e segurando a saia. Quando se encontram no meio, fazem uma reverência graciosa. Enquanto isso os homens batem palmas.
Anarriê
As damas voltam de costas ao seu lugar.

Cumprimento de cavalheiros
Os cavalheiros vão até o centro, batendo os pés e com as mãos para trás. Quando se encontram tiram o chapéu e se curvam.
Anarrieê
Recolocam o chapéu e voltam de costas ao seu lugar.

A Galope
De cada uma dos grupos, saem 2 pares "cavalgando", se cruzam no meio e trocam de lugar.

Passeio dos Namorados

Caminho da roça
Os pares se desfazem, passando cada dama para frente do seu par, e continuam andando em fila. (atenção para que fique intercalado - dama, cavalheiro, dama, cavalheiro)

Olha o trem!
Cada um pega na cintura da pessoa a sua frente.
Enguiçou!
Param...
Marcha-à-ré!
Andam de costas em trem
Consertou!
Seguir em frente.
Olha a chuva!
Cada um coloca as mãos entrelaçadas sobre a própria cabeça.
Já passou!
Os cavalheiros colocam os braços para trás, as damas seguram a saia.
Olha a cobra!
Todos gritam "Ui!" e se viram - a fila agora anda em sentido contrário ao que vinha.
Já foi embora!
Todos gritam "Oba" e se viram - a fila volta a andar no sentido inicial.
Grande roda
Se dão as mãos e formam uma roda (atenção para que fique intercalado - dama, cavalheiro, dama, cavalheiro)
Damas ao centro
Manter 2 rodas, a de cavalheiros por fora e a de damas por dentro.

Cestinha de Rosas
Cada dama deve parar à direita de seu par. Os cavalheiros levantam os braços e as damas passam por baixo. Girar.

Grande Roda
Desfazem a cesta e se dão as mãos.

Cavalheiros ao centro
Cestinha de cravos
Cada cavalheiro deve parar à direita de seu par. As damas levantam os braços e os cavalheiros passam por baixo. Girar.

Grande roda.

Olha o caracol!
A noiva puxa a fila, sem desfazer a roda, e começa a formar uma serpentina dentro da roda, até chegar ao centro.
Desmanchar
A noiva volta e começa a desfazer, até conseguir formar a grande roda de novo.

Passeio dos Namorados
Formar os pares novamente, e andar em fila (sempre damas atras de damas e cavalheiros atrás de cavalheiros).

Olha o Túnel!
Os noivos param e se dão as mãos no alto, por cima da cabeça, formando uma "casinha", o próximo par, passa por debaixo do tunel e forma também a "casinha" e assim sucessivamente, até todos passarem. Os noivos então desfazem a sua "casinha" passam por debaixo de todo o tunel e se dão os braços, formando o "Passeio dos namorados"; cada par então também desmonta a "casinha" passa pelo tunel e o vão desfazendo.

Hora do Baile
Os casais param e formam uma roda bem aberta.
Valsa dos noivos
Os noivos vão para o meio da roda e dançam.
Viva o padre!
O padre e seu par se juntam aos noivos.
Viva o xerife!
O xerife e seu par se juntam aos noivos.
A dança agora é geral!
Todos valsam.
Lá vem o arara!
Um cavalheiro sem par entra na roda com um cabo de vassoura e o entrega para qualquer cavalheiro da roda e dança com a dama dele. O cabo de vassoura vai sendo passado entre os cavalheiros até a valsa acabar.

Cada um com seu par!

Passeio dos namorados

Despedida
Vão saindo acenando, as damas com a mão (ou com um lenço), os cavalheiros com o chapéu.


Cartilha sobre o autismo... muito boa


Essa cartilha é excelente.

http://search.4shared.com/postDownload/HCWDrCFU/DireitosPessoasAutismo_Leitura.html

EVOLUÇÃO DA ESCRITA E DA LEITURA


 Ferreiro afirma que a criança começa, já a partir dos 04 anos, a perceber a escrita como a representação de algo externo, que não é somente um traço ou uma marca. Compreende o que a escrita representa e qual é a sua estrutura. Tem consciência da diferença entre desenho e escrita, entre imagem e texto, e compreende que, apesar de estarem representando a mesma situação e terem uma origem comum, a sua estrutura é diferente: a escrita apresenta grande complexidade, ela vai buscando soluções para entender esta diferença. Nesta tentativa de solução, a criança constrói algumas hipóteses:

1. Garatujas: Fase dos rabiscos. A criança rabisca e lê o que representam os rabiscos.

2. Hipótese Pré-Silábica: A criança já conhece letras e as representa graficamente, mas ainda não tem a sonorização. Usa letras quaisquer. Ex: DCMLZ = Caneta

3. Hipótese Silábica: A criança percebe o som e representa graficamente uma letra para cada sílaba. Ex: “CNT” = Caneta. “BCA” = Caneta ou “AEA” = Caneta.
A palavra caneta tem 3 sílabas, por  isso, representa-a com 3 letras convencionais (no exemplo “BCA”). Esta hipótese é considerada “o salto de qualidade”.
Há o estabelecimento da relação entre fala e escrita (ou  seja, faz corresponder  para cada sílaba oral uma letra), mas sem fazer uso do valor sonoro convencional. Ou há o estabelecimento da relação entre fala e escrita (faz corresponder para cada sílaba oral uma letra), fazendo uso do valor sonoro convencional

4. Hipótese Silábica Alfabética: Nesta fase, há um grande conflito cognitivo, ela representa o número de sílabas, mas percebe que para o som é necessário acrescentar mais letras. Ex: SAPT = sapato ou SPAT = sapato.
Há o estabelecimento da  relação entre fala e escrita, ora utilizando uma letra para cada sílaba, ora utilizando a silaba completa.
É o avanço para a Hipótese Alfabética. Antes destes estudos, o professor via, como um distúrbio de aprendizagem, esta fase da criança.

5. Hipótese Alfabética: Representa a grafia ao som correspondente, já se apropriou desse conhecimento, através da reconstrução da leitura e da escrita. Os caminhos dessa construção são os mesmos para todas as crianças, de qualquer classe social.
Produz escritas alfabéticas, mesmo não observando as convenções ortográficas da escrita.

ATP Maria de Fátima Proença de Souza - Agosto/2010

Alfabetização: Um desafio... sugestões para o trabalho de alfabetização




O processo de aprendizagem é muito complexo porque nele implicam não só a capacidade intelectual, mas também fatores de ordem social, emocional, perceptual, física e psicológica. A criança na educação infantil e séries iniciais ainda percebe o mundo sincreticamente, por isso por questão de atendimento das características infantis é que acreditamos ser o método global o mais adequado. O conhecimento na criança não é analítico e abstrato, é como percepção indiferenciada da totalidade e não das partes, de coisas concretas e não de conceitos abstratos e universais. Os programas devem vir interligados, pois o pensamento infantil é um só. As matérias ou disciplinas não podem ser compartimentadas. O conteúdo deve ser constituído pelas experiências de vida.

O professor deve aproveitar o tempo oferecendo ao aluno noções úteis, vivenciadas e experienciadas, em conexão com todas as áreas de conhecimento. Cabe a ele, oferecer atividades que envolvam a criança individualmente, sempre levando em consideração que ela é um membro de um determinado grupo; que este grupo se situa num espaço físico e social. Estas atividades devem ser dinâmicas e integradas, envolvendo pensamento e ação. Para isto, é preciso que o professor explore ao máximo o espaço da sala de aula, pátio da escola, bairro e todos os recursos que o meio oferece.O professor deve sair com seus alunos, deixar que eles constatem por si próprios os fatos, observar, classificar, selecionar, conceituar e generalizar através de atividades práticas.

O jogo é o traço de união entre a criança e a vida no domínio da escola. Muito mais que pensamento, a vida infantil é ação, sendo seus interesses dominantes, o brinquedo e o jogo. Através do jogo a criança aprende a resolver problemas sociais, intelectuais e morais, desenvolve o raciocínio, a reflexão. A atividade lúdica deve fazer parte de programa escolar, pois só através dessa atividade que a criança conseguirá trabalhar espontaneamente.



SUGESTOES PARA O TRABALHO DE ALFABETIZAÇÃO.

I-                   A CRIANÇA SENTE NECESSIDADE DE MOVIMENTO

Favorecer exercícios que envolvam andar, correr, arrastar-se, pular, arremessar, trepar, rolar,engatinhar de diferentes maneiras sobre diferentes superfícies e planos.

      Exemplos:

-         Imitar um gato, andando com  as mãos e os pés, sem usar o apoio dos joelhos;
-          Imitar um animal pesado (urso). Ao deslocar-se fazê-lo pesadamente, com um lado do corpo de cada vez;
-          Deslocar-se lentamente de joelhos com braços flexionados e antebraços apoiados no solo, mantendo o tronco bem curvado;
-          Deslizar pelo solo, imitar uma cobra;
-          Correr pelo pátio. Ao sinal de comando, parar e permanecer imóvel no lugar. Ao sinal “JÁ” recomeçar a corrida;
-          Subir e descer escada, usando um pé em cada degrau;
-          Saltar com um só pé; pular corda, saltar obstáculos;
-          Com saquinhos de areia, colocados em determinadas partes do corpo, a criança deverá deslocar-se. O professor dará o comando sobre os lugares onde deverão ser colocados os saquinhos, devendo a criança descobrir a maneira de movimentar-se (andando, saltando, engatinhando, arrastando...);
-          Arremessar a bola para cima, para os lados, perto;
-          Quicar a bola;
-          Círculos de papelão colorido, introduzindo como código. Ex. azul – andar nas pontas dos pés; amarelo – andar nos calcanhares; vermelho – se arrastar. (Nos outros dias alternar o comando);
-          Corrida de sacos; corrida do ovo;
-          Exercícios de imaginação plástica: Eu no meio da mata. Para sair eu preciso me arrastar...

II-                A CRIANÇA TEM INTERESSE POR ATIVIDADES MANUAIS

      Habilidades:- coordenação motora fina: desenvolvimento das extremidades/ pulso, mão e dedos.

            Para desenvolver a coordenação motora fina, deve oferecer muitas oportunidades da criança desenhar, explorar técnicas. Além do desenho, deverão ser oferecidas atividades que envolvam o rasgar, cortar, colar, perfurar, enfiar, laçar, alinhavar, modelar, montar, pintar.

III-             A CRIANÇA PRECISA COORDENAR SEUS MOVIMENTOS COM A VISÃO
      Habilidades:- coordenação visomotora: ação conjunta, perfeitamente integrada, de certas partes com a visão.
            Apesar de aparentemente simples é bastante complexa a tarefa de copiar alguma coisa do quadro, para bem faze-lo, deve ter desenvolvido a habilidade de coordenação visomotora.
            Exs. Chutar ou arremessar uma bola num alvo; arremessar uma peteca para um companheiro; jogar bolas de gude, boliche; acompanhar o vôo de um passarinho imaginário; brincar com sinais de trânsito.

IV-             A CRIANÇA SENTE NECESSIDADE DE SE COMUNICAR

      Habilidades:- desenvolvimento da linguagem verbal, gestual e gráfica.
            A comunicação não se dá somente através da fala ou da escrita, mas também através de gestos, mímicas e ainda através do desenho e da pintura.
            Na comunicação verbal, o professor deve desenvolver ao máximo a história narrada pela criança.
            Saber contar histórias, relatar fatos e experiências são provas incontestáveis de prontidão para a aprendizagem da leitura.
            Exemplos de atividades :
             -     representar com o corpo, ou partes do corpo, coisas ou animais;
-          movimentar-se como o sol;
-          representar personagens com determinado estado de espírito: um bêbado alegre; gordo com pressa; soldados furiosos; o gato com medo.
-          Andar carregando, puxando, empurrando algo;
-          Identificar pelo modo de sentar: (lugar confortável ou não, sofá, banco, chão), lugar (trem, consultório, bar...);
-          Personagens locomovendo-se dentro de uma situação: cego atravessando a rua..., etc.
-          Fazer sentir o peso ou a leveza  do objeto transportado;
-          Enrolar e lançar o laço: bater clara de ovo;
-          Especificando o gosto: tomar água, vinagre, chimarrão, comer pão, chupar laranja;
-          Sensações: frio, calor, dor, coceira, alegria, sono, sede, fome, cansaço;
-          Indicar uma sensação com uma parte do corpo: mãos alegres, calmas, nervosas, bravas...
-          Criação dramática: A sementinha.

V-                A CRIANÇA APRENDE ATRAVÉS DOS SENTIDOS

-          Percepção tátil: formas, consistência (duro, mole), texturas (macio, liso, áspero) umidade (úmido, molhado, seco), temperatura (morno, quente,frio, gelado), peso (leve, pesado);
-          Percepção olfativa: através do olfato, a criança fará identificações, comparações, discriminações.
-          Percepção Gustativa: doce, salgado, ácido e azedo;
-          Percepção auditiva: é de grande importância para a criança sentir o mundo que a cerca... Mesmo não vendo através dos sons, ruídos podemos identificar o que ocorre...
-          Percepção Visual: é fundamental a sua importância para a aprendizagem da leitura e da escrita. A criança precisa discriminar visualmente formas, tamanhos e estruturas.
Exemplos:
-          Jogos – observar as cores do seu vestuário, das partes do seu corpo e convencionar regras: bater palmas que tem branco na roupa, para pular quem tem olhos pretos...
-          Formar grupos quanto à cor dos olhos, do cabelo...
-          Distribuir cartões de formas geométricas, a dois grupos de crianças, que deverão reagrupá-los de acordo com a forma do cartão.

VI-             A CRIANÇA PRECISA ORIENTAR-SE

       Orientação temporal e espacial – ambas devem ser dadas de maneira integrada, sempre que possível, e deve ser explorada a partir do próprio corpo da criança.
      TEMPORAIS – Situar o ser humano no tempo.
      Exemplos:
      -     diálogo sobre a evolução do ser humano, favorecer dramatização;
-          marchar uma cadência marcada;
-          apitar forte com espaço de tempo limitado. As crianças repetem a ação através de palmas;
-          dramatizar ações realizadas à noite, dia, dias chuvosos, etc.
-          agrupar meios de transporte, quanto sua velocidade, mesmo com animais;
-          comparar a idade de todas as crianças da sala. Quem nasceu antes?
-          Executar movimentos lentos, rápidos, comparando o tempo necessário para a mesma quantidade de movimentos;
-          Em conversas informais – o que realizou ontem, hoje, o que fará amanhã, ... de manhã, à tarde, à noite.

ORIENTAÇÃO ESPACIAL: Para alfabetização é necessária
uma perfeita orientação espacial. Os exercícios de orientação espacial envolvem distância, posição, localização e direção.

VII – A CRIANÇA PRECISA SER CONSTANTEMENTE ESTIMULADA PARA O DESENVOLVIMENTO DE SUA INTELIGÊNCIA
            OPERAÇÃO DO PENSAMENTO – uma vez que acreditamos que a alfabetização não consiste somente em dominar símbolos, mas implica em pensamento lógico, é necessário, desde o início, favorecer através de exercícios, a atenção, concentração, discriminação, identificação, associação, classificação, interferência, generalização, conceitualização, memória visual, auditiva, espacial e motora que são elementos fundamentais para o desenvolvimento do pensamento lógico.
            Exemplos:
-          Transmitir pequenos recados verbais para as crianças executarem;
-          Brincadeiras: Eu fui no mercado e comprei arroz. As crianças em círculo. O professor diz a frase. Indica uma criança para iniciar a brincadeira – terá que repetir a frase e acrescentar um produto e assim sucessivamente, não podendo repetir um mesmo produto;
-          O professor realiza movimento e a criança reproduz; logo após identificará o que foi realizado (mímica);
-          Perceber simultaneamente diferenças e semelhanças,  ao comparar dois objetos. O professor solicitará às crianças que reúnam dois objetos que sejam iguais em uma coisa e diferente em outra. Ex. ambos são triângulos azuis; um é grande, outro é pequeno;
-          As crianças formam conjuntos. Solicitar qual o critério utilizado para formar o conjunto;
-          Jogos:- dividir a classe em dois grupos (A e B). Cada grupo recebe a mesma quantidade de peças. O grupo combina o critério que quer usar para formar o seu conjunto. Iniciam o jogo. Um elemento do grupo A solicita uma peça ao grupo B. A definição deve ser feita em termos de quatro atributos (cor, forma, espessura ou tamanho). O grupo A deve descobrir o critério empregado pelo B e vice-versa;
-          Distribuir gravuras e solicitar que as ordenem por tamanho, começando do menor para o maior, tendo como critério o tamanho real do objeto;
-          Muitos outros exemplos podem ser elaborados a partir destes, dependendo exclusivamente da criatividade e da boa vontade do professor.

A experiência tem nos mostrado que estes exemplos são fundamentais para a aprendizagem de leitura e da escrita. Como já afirmamos, é preferível o  professor dedicar-se a este tipo de procedimento, do que precipitar-se no ensino da leitura e da escrita e sofrer com a turma problema, que não aprende, que não quer nada com nada...


Referência:
BRASIL, Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares em Ação-Alfabetização. Brasília/DF.2002.


ATP Maria de Fátima Proença de Souza - Agosto/2010

Tabuada divertida 1,2,3




Andreia Dedeana

Texto para trabalhar festa junina

Festas juninas

         Pela tradição, a festa junina consiste em celebrar os bons resultados da colheita e também, pedir que o próximo plantio traga bons frutos.
São João é o santo protetor das colheitas. O seu dia é 24 de junho). Comemora-se também, no mês de junho, o dia de Santo Antônio – o santo casamenteiro (dia 24 de junho) e São Pedro (dia 29 de junho).  
Nas festas juninas as pessoas se vestem à moda caipira, fazem fogueira, dançam quadrilha, forró...
Nessas festas o povo também mantém a tradição da comida simples do homem do campo como bolo de milho, canjica, milho-verde, batata-doce, pé-de-moleque...
        Em algumas regiões encontramos o pinhão e o quentão.
       A decoração dessas festas é sempre bem alegre e colorida, com bandeirinhas e balões.


quarta-feira, junho 06, 2012

O papel do fonoaudiólogo na escola

A principal dificuldade no diagnóstico precoce dos transtornos de aprendizagem – uma dificuldade que atrapalha na alfabetização – está justamente na identificação. O que pode ser uma dislexia ou alguma outra condição física ou mental é facilmente confundida com preguiça, falta de atenção. Por estarem dia a dia com as crianças, os professores geralmente são os que primeiro percebem que algo está errado.
592163 95167596 kmb43xgame 300x225 Transtornos de aprendizagem: o papel do fonoaudiólogo na escola
“Crianças que apresentam alterações de fala têm, no geral, mais dificuldades de comportamento, tais como hiperatividade e problemas de conduta”, explica a fonoaudióloga Irene Marchesan, presidente da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. “As alterações de fala e de linguagem estão relacionadas aos problemas de alfabetização, às habilidades em leitura e escrita, à capacidade de soletração, dentre outras habilidades escolares. Além dos efeitos negativos sobre a alfabetização, as alterações de fala e linguagem podem trazer prejuízos a aspectos educacionais gerais e até mesmo ocupacionais”, completa.

Mas para que percebam estas alterações é preciso haver informação ao professor. E é aí que entra o papel do fonoaudiólogo nas escolas. “Nosso trabalho tem se expandido e voltado para as questões educacionais e não apenas dentro dos processos de aquisição e leitura e escrita ou métodos mais facilitadores no ambito clínico, mas no sentido de desenvolver programas pedagógicos. O fonoaudiólogo pode trabalhar em conjunto com o professor de forma que possa proporcionar resultados melhores”, diz o fonoaudiólogo Jaime Zorzi, especialista em crianças com dificuldade de aprendizado e autor de um livro sobre a dislexia e outros tipos de transtornos relacionados com a dificuldades de aprendizado.
Segundo a fonoaudióloga e psicopedagoga Telma Pantâno, é comum encontrar nas escolas dificuldades de inclusão devido ao desconhecimento dos processos cognitivos e linguísticos que envolvem estas patologias. “Este suporte, orientação e planejamento educacional pode ser discutido e integrado conjuntamente com a atuação fonoaudiológica”, destaca.
Fonoaudiologia educacional
Zorzi explica que a fonoaudiologia educacional é uma especialidade nova dentro da fonoaudiologia voltada para as questões do ensino e da aprendizagem. “Tentar compreender o aluno, por que não aprende, com foco no professor para que ele tenha uma condição mais propícia na hora de ensinar.
Eles expicam que atualmente o papel do fonoaudiólogo no âmbito escolar envolve aspectos preventivos e intervenções com a equipe pedagógica visando o desenvolvimento das habilidades relacionadas a linguagem oral e escrita e, sobretudo, o desenvolvimento de aspectos cognitivos, linguísticos e metalinguísticos necessários para esse desenvolvimento. É importante enfatizar os conhecimentos mais atuais que as neurociências tem contribuído para essas aquisições e a visão clara das diferenças entre desenvolvimento e aprendizagem dessas funções no contexto educacional.
Estes três especialistas estarão falando mais sobre o assunto durante o Congresso Educar Educador 2012. Com o tema “Família, Sociedade e Escola: onde pretendemos chegar?”, a 19ª edição da maior feira sobre educação da América Latina acontece em São Paulo, com início dia 16 (quarta-feira). A palestra “Desenvolvimento da Aprendizagem e da Comunicação Oral e Escrita: o Papel do Fonoaudiólogo Educacional” acontece na quinta-feira (17).
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