A mente que mente é regador de ilusões não faz proliferar jardim...

Amigos que agente faz por ai...

segunda-feira, outubro 09, 2017

A origem do Dia das Crianças

O Dia das Crianças foi criado no Brasil antes de ser comemorado no restante do mundo. A idéia foi de um político brasileiro (deputado federal Galdino do Valle Filho), em 1920, e oficializada em 5 de novembro de 1924 pelo então presidente Arthur Bernardes. Somente entre 1955 e 1960, quando a fábrica de brinquedos Estrela, em parceria com a Johnson & Johnson, lançou a Semana do Bebê Robusto (intenção comercial de aumentar a venda de brinquedos nessa semana) é que ela passou a ser comemorada em 12 de outubro (aqui no Brasil).

Em 20 de novembro de 1959, a UNICEF oficializou a Declaração Universal dos Direitos da Criança e, a partir de então, essa data (20 de novembro) passou a ser comemorada na maioria dos países do mundo.
De acordo com a história e seu significado, alguns países têm outras datas para essa celebração: no Japão, por exemplo, os meninos comemoram no dia 5 de maio (como na China) e as meninas no dia 3 de março, ambos com exposições de bonecos (para os meninos eles lembram samurais). Em Moçambique, essa celebração ocorre no dia 1º de junho para marcar o dia em que as forças nazistas, em 1943, assassinaram cruelmente muitas crianças pequenas. Na Nova Zelândia, aproveitando esse dia para passar mais tempo com a família e sem fins comerciais, essa lembrança ocorre no primeiro domingo de março.

http://guiadobebe.uol.com.br/a-origem-do-dia-das-criancas/

quarta-feira, abril 26, 2017

Recadinho importante

Amores ,boa noite

Aproveito para lembrar que dia  28/04/2017 precisamos participar da greve geral ,não se trata de defender partidos políticos nem sindicatos,mas se trata de lutar para manter poucos direitos que temos.Muito estão usando o argumento " não vou participar dessa greve porque ela é organizada pela ESQUERDA" para esses recomendo que vão estudar"Pense. Duvide. Pesquise. Busque." conhecimento ,esse tipo de argumento é raso e demonstra bem a falta de conhecimento histórico e social que estas estão condicionadas...a ignorância não é privilegio é uma doença social e deve ser combatida com o conhecimento...a menos que eles estejam esperando a "direita" organizar uma greve,prefiro acreditar que se trata mesmo de falta de conhecimento. Não envergonhem seus filhos e alunos.

SER PROFESSOR E NÃO LUTAR É UMA CONTRADIÇÃO PEDAGÓGICA

(PAULO FREIRE)


Obs: Logo mais posto novidades,respondo as mensagens deixada no blog e as enviadas por email...um pouquinho mais de paciência...me falta tempo...mas estou resolvendo essa questão...bjinhus a todos.

COMO FUNCIONA O CÉREBRO DA PESSOA COM AUTISMO?

O QUE POSSO FAZER: MEU FILHO REPETIU?

Se o seu filho ficou retido e você não concorda com a decisão da escola e mora no Estado de São Paulo você deverá seguir a  Deliberação CEE n.127/2014 e da Deliberação CEE-SP n.128/2014 que alteram a Deliberação CEE-SP n.120/2014 e revoga a Deliberação CEE-SP n.11/96.
Então, o que está a valer no Estado de São Paulo é a Deliberação CEE-SP n.127/2014.
Saiba mais aqui
Procedimentos:
a)  Ter ciência da retenção;
b)  A partir da ciência de retenção você terá um prazo de 10 dias corridos (por isso, cuidado com o final de semana, porque não são úteis e sim corridos)  para entrar com Pedido de Reconsideração;
c) O pedido (elaborado em duas vias) é dirigido para a Diretora Pedagógica e protocolado na secretaria da escola;
d) Após o protocolo a escola terá 10 dias corridos para a devolutiva, porém este prazo será suspenso durante os períodos de recesso escolar e férias dos docentes;
e) A Direção da Escola convocará o Conselho de Classe e este analisará novamente o processo de ensino/aprendizagem de seu filho;
f) Se a resposta permanecer a mesma, isto é, o Conselho de Classe mantiver a retenção e , mesmo assim, você não aceitar  poderá entrar com Recurso;
g) O Recurso é protocolado também na escola, porém ele é endereçado ao Dirigente Regional de Ensino que supervisiona a escola de seu filho;
h) A escola encaminhará o pedido de Recurso para o Dirigente Regional com todos os documentos comprobatórios da decisão de retenção: diários de classe, planos de trabalho de cada componente curricular, ficha individual de avaliação periódica (de cada bimestre ou trimestre); avaliações, atas de reuniões com os pais, atas do Conselho de Classe dos bimestres ou trimestres, Regimento Escolar, Projeto Pedagógico. Enfim, todos os documentos que possam comprovar que a escola procedeu de forma correta em suas ações educativas e que a decisão de retenção é apropriada;
i) A Diretoria de Ensino terá um prazo de 15 dias para dar a devolutiva;
j) A decisão da D.E. será informada aos pais pela escola em prazo de 5 dias a partir do recebimento da devolutiva da D.E.
l) Se a decisão da D.E. mantiver a reprovação, os pais poderão entrar com Recurso Especial endereçado ao Conselho Estadual de Educação, mas só se houver um fato novo, discriminação, não cumprimento do Regimento Escolar  ou da legislação vigente. O Recurso Especial será interposto na Diretoria de Ensino após 5 dias da ciência da devolutiva.
m) A Diretoria de Ensino terá um prazo de  5 dias para encaminhar para o CEE.
n) Se houver divergência entre a decisão da escola e da Diretoria de Ensino , prevalecerá a da DE até a manifestação do CEE.
 Agora , atenção, o pedido de reconsideração é DIREITO dos alunos, mas ele deverá ser solicitado 10 dias após a ciência da reprovação . A perda do prazo inviabiliza todo o processo.
Fiquem atentos.

Em defesa da liberdade de expressão em sala de aula...

Sala dos Professores: Em defesa da liberdade de expressão em sala de aul...: Por Fernando de Araujo Penna Clique para aderir à carta "Em defesa da liberdade de expressão em sala de aula" Ar...

Reclassificação. O caminho para que o aluno recupere a motivação

Caso o estudante não tenha aprendido em tempos iguais e determinados ao padrão estabelecido pela instituição escolar, lá vem ela: a reprovação. Ela surge como matriarca do ensino que tem como modelo o professor como um transmissor de conhecimentos e o aluno como um mero receptor. Além disso, espera-se desse sujeito “homogeneidade” com os demais sujeitos.
O fato de não caminhar de acordo com os demais e não aprender e adquirir os conhecimentos a partir das estratégias padronizadas para tal padrão nem sempre significam fracasso, e levam o sujeito que dedicou-se ao ato de aprender, a desmotivar-se e não mais querer investir em seu ato de conhecer.
Neste momento surge o serviço de Reclassificação Escolar, oferecido pelo,quando aplicada com critérios claros e compromisso, traz bons resultados dentro e fora da sala de aula.Trata-se de uma ferramenta de inclusão, com foco no trabalho pedagógico e na aprendizagem e nos ajuda a refletir sobre quais são os verdadeiros motivos que devem envolver uma reprovação.

É desta forma que o Colégio Graphein trabalha: de forma compromissada, no âmbito psicopedagógico, para que possamos realizar o resgate dos conteúdos conceituais deste aluno e também cuidar dos aspectos emocionais, alicerce para uma aprendizagem autônoma e prazerosa.
Nossa equipe técnica e corpo docente realizam um acompanhamento muito próximo a cada aluno que ingressa em nossa escola dentro do serviço de Reclassificação Escolar. Fazemos uma ampla sondagem para que possamos conhecer esse aluno, seu histórico, sua relação com o ato de conhecer e sua modalidade de aprendizagem e assim iniciarmos a elaboração de seu Projeto Singular, onde serão trabalhados os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais pertinentes ao seu perfil como sujeito e, consequentemente, levá-lo ao êxito como estudante.
Ao falarmos de Reclassificação Escolar, não podemos deixar de citar a Progressão Parcial, que também vem ao encontro de respeitarmos as singularidades dos alunos, que podem avançar nas demais disciplinas sem ficarem estagnados em função do fracasso em outras. O tempo destinado à metodologia e avaliação neste processo, farão parte de um plano de trabalho elaborado pelo professor, em conjunto com a equipe técnica, considerando as aprendizagens já realizadas, as lacunas pedagógicas e os conteúdos a serem aprendidos.
No Colégio Graphein trabalhamos com a Progressão Parcial, que também ganhou destaque na LDB 9394/96.
Tais procedimentos vem ganhando destaque em função das novas reflexões sobre os “culpados” em relação ao processo de reprovação escolar. Temos caminhado, felizmente, para deixar de lado a visão de aluno como único responsável pela sua reprovação e refletido mais amplamente no que diz respeito ao processo educacional como um todo, envolvendo o papel do professor, da escola e da família.
Dra. Nívea Fabrício, diretora do Colégio Graphein e presidente da ANDEA Associação Nacional de Dificuldades de Ensino e Aprendizagem

Instrumentos de Avaliação

Os instrumentos de avaliação de aprendizagem devem ser largamente utilizados ao longo do período letivo. Esses instrumentos de avaliação devem permitir ao professor colher informações sobre a capacidade de aprendizado dos alunos, medida, em especial, pela competência dos mesmos para resolver problemas e instrumentalizar o conhecimento para a tomada de decisões.
Cabe ao professor da disciplina, definir os instrumentos que serão utilizados para melhor acompanhar o processo de aprendizado de seus alunos.
Não existem instrumentos específicos de avaliação capazes de detectar a totalidade do desenvolvimento e aprendizagem dos alunos. É diante da limitação que cada instrumento de avaliação comporta que se faz necessário pensar em instrumentos diversos e mais adequados com suas finalidades, para que dêem conta, juntos, da complexibilidade do processo de aprender.

Segue alguns exemplos de instrumentos de avaliação.


1. OBSERVAÇÃO


O ato de observar é uma característica própria e é através dele que informamos sobre o contexto em que estamos, para nele nos situarmos de forma satisfatória de acordo com normas e valores dominantes.

Aspectos Negativos:

É um instrumento de pouca utilização de registro e de falta de sistematização, os dados colhidos, muitas vezes, se perdem ou não são utilizados de forma produtiva para refletirem sobre a prática pedagógica e o desenvolvimento dos alunos.



Aspectos Positivos

Através da observação, os educadores podem conhecer melhor os alunos, analisar seu desempenho nas atividades em sala de aula e compreender seus avanços e dificuldades. Ao mesmo tempo, os alunos poderão tomar consciência dos processos vividos pelo grupo.

A observação exige do professor:

Eleger o objeto de investigação ( um aluno, uma dupla, um grupo etc);
Elaborar objetivos claros (descobrir dúvidas, avanços etc);
Identificar contextos e momentos específicos (durante a aula, no recreio etc);
Estabelecer formas de registros apropriados ( vídeos, anotações etc).

Indicações

Observações em atividades livres, no recreio, individuais, etc.


2. REGISTRO / FICHAS

Tem como função acompanhar o processo educativo vivido por alunos e professores, é através dele que se torna possível realizar uma análise crítica e reflexiva do processo de avaliação.

Aspectos Positivos:

Contribui para que os dados significativos da prática de trabalho não se percam. Alguns recursos podem ser utilizados, são eles:

1. Caderno de campo do professor: registro de aulas expositivas, anotações em sala de aula, projetos, relatos, debates, etc.
2. Caderno de Anotações para cada grupo de alunos: anotações periódicas sobre acontecimentos significativos do cotidiano escolar.
3. Diário do aluno: registro de caráter subjetivo ou objetivo que aluno e professores fazem espontaneamente.
4. Arquivo de atividades: coleta de exercícios e produções dos alunos, datadas e com algumas observações rápidas do professor. Esse arquivo serve como referência histórica do desenvolvimento do grupo.

Indicações:

Permite aos educadores perceberem e analisarem ações e acontecimentos, muitas vezes despercebidos no cotidiano escolar.


3. DEBATE

O debate nos permite nas situações de interação, trocar idéias com as pessoas, compreender as idéias do outro, relacioná – las e ampliar conhecimentos sobre o tema ou assunto discutido.

Aspectos positivos

Favorável para que alunos e professores incorporem conhecimentos, exige que se expressem com suas próprias palavras, exemplifiquem e estabeleçam relações com outros conhecimentos, pois o aluno expõe à turma sua forma de compreender o tema em questão.


4. AUTO - AVALIAÇÃO

Aspectos Positivos

É uma atividade de reflexão fundamental na aprendizagem, que visa levantar:
- o caminho percorrido pelo aluno para às sua respostas e resultados;
- as evidências de que conseguiu aprender;
- as evidências das dificuldades que ainda enfrenta e, a partir delas, o reconhecimento das superações que precisam ser conquistadas.

Indicações

Incentivar a consciência crítica dos alunos, em relação aos modos de agir que utilizam frente às tarefas que lhes são propostas.


5. TRABALHO EM GRUPO

É todo tipo de produção realizada em parceria pelos alunos, sempre orientadas pelo professor.

Aspectos positivos:

Estimula os alunos à cooperação e realização de ações conjuntas, propiciam um espaço para compartilhar, confrontar e negociar idéias. É necessário que haja uma dinâmica interna das relações sociais, mediada pelo conhecimento, potencializado por uma situação problematizadora, que leve o grupo a colher informações, explicar suas idéias, saber expressar seus argumentos.

Permite um conhecimento maior sobre as possibilidades de verbalização e ação dos alunos em relação às atividades propostas.

É necessário considerar as condições de produção em que se derão: o tempo de realização, o nível de envolvimento e de compromisso dos alunos, os tipos de orientações dadas, as fontes de informação e recursos materiais utilizados.


6. PARTICIPAÇÃO EM SALA DE AULA

Trata – se de analisar o desempenho do aluno em fatos do cotidiano da sala de aula ou em situações planejadas.

Aspectos Positivos:

Permite que o professor perceba como o aluno constrói o conhecimento, já que é possível acompanhar de perto todos os passos desse processo. É necessário que o professor faça anotações no momento em que os fatos a serem considerados ocorrem, ou logo em seguida, para que sejam evitadas as generalizações e os julgamentos com critérios subjetivos. Habilita o professor a elaborar intervenções específicas para cada caso e sempre que julgar necessário.

7. SEMINÁRIO

É a exposição oral que permite a comunicação das informações pesquisadas de forma eficaz, utilizando material de apoio adequado.

Aspectos Positivos:

Contribui para a aprendizagem tanto do ouvinte como do expositor, pois exige desta pesquisa, planejamento e organização das informações, além de desenvolver a capacidade de expressão em público.

Aspectos Negativos:

Às vezes, alguns professores utilizam de comparações nas apresentações entre o inibido e o desinibido.




7. PORTFÓLIO

Volume que reúne todos os trabalhos produzidos pelo aluno durante o período letivo. Presta – se tanto para a avaliação final como para a avaliação do processo de aprendizagem do aluno.

Aspecto positivo:

Evidencia as qualidades do estudante, registra seus esforços, seus progressos, o nível de raciocínio lógico atingido e, portanto, seu desempenho na disciplina. Também ensina ao aluno a organização.

Tem finalidade de auxiliar o educando desenvolver a capacidade de refletir e avaliar seu próprio trabalho.

8. PROVA DISSERTATIVA

Caracteriza – se por apresentar uma série de perguntas (ou problemas, ou temas, no caso da redação), que exijam capacidade de estabelecer relações, de resumir, analisar e julgar.

Aspectos Positivos

Avalia a capacidade de analisar um problema central, abstrair fatos, formular idéias e redigi – las: permite que o aluno exponha seus pensamentos, mostrando habilidades organização, interpretação e expressão.


9. PROVA COM CONSULTA

Apresenta características semelhantes às provas dissertativas, diferenciando – se pelo fato de o aluno pode consultar livros ou apontamentos para responder.

Aspectos Positivos:

Se bem elaborada, pode permitir que o aluno demonstre não apenas o seu conhecimento sobre o conteúdo objeto da avaliação, mas ainda, a sua capacidade de pesquisa, de buscar a resposta correta e relevante.

10. PROVA OBJETIVA

Caracteriza –se uma série de perguntas diretas para respostas curtas, com apenas uma solução possível ou em que o aluno tenha que avaliar proposições, julgando –as verdadeiras ou falsas.

Aspectos Negativos

Favorece a memorização e sua análise não permite constatar, com boa margem de acerto, quanto o aluno adquiriu em termos de conhecimento.

11. PROVA ORAL

Situação em que os alunos, expõem individualmente seus pontos de vista sobre pontos do conteúdo ou resolvem problemas em contato direto com o professor. Bastante útil para desenvolver a oralidade e a habilidade de argumentação.

http://apoioaoeducador.blogspot.com.br/2009/09/instrumentos-de-avaliacao.html

terça-feira, fevereiro 07, 2017

Relatório de atividades de ferias educação infantil Janeiro 2016

Cada dia mais as famílias precisam trabalhar e a tão esperada férias das crianças em janeiro, não coincidem com a dos pais, pensando nisso realizamos em Janeiro atividades diferenciadas com as crianças que utilizam a nossa creche nesse período, oferecendo dessa forma férias divertidas com as crianças e funcionários. As atividades oferecidas no “PROJETO FÉRIAS DIVERTIDAS XX XXXXXXXX ” levaram as criança a oportunidade de se socializar com crianças de diferentes faixas etária, tendo em vista que neste mês trabalhamos com um numero reduzido de crianças e que todas ficaram juntas, participando das mesmas atividades. ao mesmo tempo em que desenvolve atividades de pura riqueza tanto para o intelecto quanto para o corpo, podendo de esta forma desenvolver todas as suas potencialidades. Este período tem como principal objetivo promover a integração das crianças de forma prazerosa e educativa, através da exploração de diversas atividades lúdicas orientadas, incluindo músicas, brincadeiras, jogos e outros. Todas as atividades foram pensadas para   proporcionar as crianças que frequentaram a creche  durante as férias, atividades prazerosas ludicamente voltadas ao seu desenvolvimento integral e entretenimento, bem como suprir as necessidades da criança e de suas famílias durante o período de ferias escolar.Com os seguintes objetivos: Promover a recreação através de brinquedos, brincadeiras, jogos, vídeos, músicas e arte; Promover a socialização; Desenvolver a criatividade; Estimular a criatividade e a imaginação; Ampliar a coordenação motora ampla e fina; Incentivar o gosto pela música e canto.
As Atividades desenvolvidas foram: Brincadeiras de roda;Brincadeiras ao ar livre;Parque;Música e interpretação;História e interpretação;Brincadeiras direcionadas e livres;Dvd desenhos e filmes infantis;Parlendas;Confecção de um brinquedo com sucata;Massa de modelar;Jogos;Pintura.Roda de conversa;Musicalização;Histórias;Teatro de fantoches;Desenho livre;Brincadeiras de motoca;Vivo – morto;Qual é a música;Bexiga;Pintura facial;Dança da cadeira.
METODOLOGIA: Realização de brincadeiras de roda, a fim de promover a socialização entre os educandos e educadores, Desenvolvimento de brincadeiras no pátio explorando cantigas, jogos, brincadeiras livres; Escutar diversas músicas e cantos para após interpretá-las a partir de brincadeiras; Utilização da música e dança como expressão corporal; Contação de histórias, dramatizando-as através de fantoches. Releitura das histórias por meio de pinturas com tinta guache, desenhos, colagem, etc; Utilização de parlendas, recitar; Confecção de uma amarelinha no pátio contendo as formas geométricas, cada criança jogará o dado que possui as formas geométricas (circulo, quadrado, triângulo e retângulo), ao cair o dado a criança pulará a amarelinha até chegar a forma geométrica correspondente;   Utilização de cordas e bambolês para representar conjuntos no chão, por exemplo: a partir da história “Os três porquinhos” trabalhar o numeral representar quantidades de 1 à 5 nos conjuntos através de brinquedos e realizar contagens. Através da exploração de diversas atividades orientadas, músicas, oficinas, brincadeiras e jogos as crianças passaram os dias de maneira divertida na escola. A avaliação  foi continua, observando-se a atenção, participação, socialização e interesse durante as atividades e brincadeiras propostas.



quarta-feira, janeiro 04, 2017

Boas-vindas bem planejadas

Depois de planejar com a equipe gestora, os docentes e os funcionários como será o ano na sua escola, reserve um período da semana pedagógica para organizar a recepção dos alunos na primeira semana de aula. Os professores já terão informações sobre as turmas para as quais darão aulas e isso certamente ajudará nas relações que se estabelecerão no início do ano letivo. Com todo o grupo, pense nos detalhes que farão com que os alunos se sintam acolhidos e formem (ou fortaleçam) os laços afetivos com a escola - condição importante para que a aprendizagem aconteça. A seguir, uma pauta para você discutir com a equipe: 

1. Organização das salas
Antes de os alunos chegarem, combine com professores e funcionários a maneira como a sala de aula deve estar organizada. No primeiro dia, as formações circulares facilitam a integração e por isso são mais indicadas do que fileiras (que não favorecem a socialização). Nas salas da Educação Infantil, aconselha-se a organizar cantos de brincadeiras (veja exemplos no vídeo Ateliê de Entrada) - para ajudar a entreter as crianças antes que a turma esteja completa e também já iniciando um processo de socialização e aprendizagem. A coordenação pedagógica, junto com os professores de cada turma, poderá decidir quais cantos são mais interessantes para as diversas faixas etárias.



2. Recepção
Decidam em conjunto o local em que cada um receberá os alunos. A sugestão é que a equipe gestora fique no portão para cumprimentar não somente as crianças e os jovens mas também os pais que costumam acompanhar os filhos à escola. Os professores podem esperar pelos alunos na porta da sala de aula. Combine com os funcionários de apoio que eles se posicionem nos corredores e em locais em que possam ajudar a informar a localização de cada classe ou ainda orientar sobre o caminho para os banheiros, o bebedouro etc. e outras dúvidas que os estudantes possam ter. 

3. Apresentação em sala de aula
Reflita com os professores sobre a importância de apresentar os novos alunos aos demais antes do início dos trabalhos. Peça aos docentes que estimulem a criança a falar um pouco sobre ele mesmo, seu histórico e sua relação com os estudos. Depois, todos podem contar o que fizeram durante as férias. Os professores podem contribuir dando ideias para organizar esse momento e apresentar maneiras de fazer isso. Exemplos: cada aluno pode contar sobre algo que aprendeu nas férias, um lugar que visitou, uma história que leu ou assistiu. Entre os mais velhos, também é interessante falar dos planos que têm para o ano, o que pode incluir um curso ou uma atividade extra ou estudar para o vestibular. 

4. Tutoria dos veteranos
É comum que os alunos novos demorem um pouco para se enturmar com um grupo já formado. Para facilitar esse período, adote um sistema de tutoria em que um colega da turma que já estuda na escola há mais tempo mostre ao novato todos os departamentos, o acompanhe e oriente em relação aos procedimentos da escola e tire suas dúvidas. Esse acompanhamento pode variar de uma semana a um mês. Algumas escolas marcam o início das aulas para os novatos um ou dois dias depois do início oficial das aulas. Nesses dias, o professor dá informações sobre o novo colega que vai chegar (nome, de onde ele vem, o que fazem os pais etc.) e escolhe o aluno que fará a tutoria. Em instituições em que há grêmio estudantil, essa recepção pode ser feita por um membro da entidade.

5. Primeiro contato com cada setor
Reforce também a importância dos funcionários de apoio e administrativos serem receptivos com todos e especialmente solícitos com quem ainda não conhece as dependências e rotina da unidade. Estude a hipótese de a classe do primeiro ano - em que todos devem ser novos - fazer uma excursão pela escola com paradas em cada setor para que um responsável da área explique o funcionamento da cantina, da biblioteca, da secretaria, etc. Algumas escolas marcam o início das aulas em dias diferentes para cada três ou quatro turmas para que todos os funcionários deem atenção a chegada de todos.

6. Aulas inaugurais diferenciadas
As primeiras aulas devem apresentar os conteúdos que serão trabalhados durante um período (bimestre, trimestre ou semestre), de acordo com o que foi planejado na semana pedagógica. Uma maneira de apresentar os projetos que serão desenvolvidos é mostrar à turma os trabalhos feitos sobre o tema em anos anteriores. Ao coordenador pedagógico, cabe orientar os professores para que façam uma avaliação inicial antes de introduzir cada conteúdo. As perguntas, quando bem elaboradas, além de dar uma noção precisa do que cada aluno sabe sobre o tema e de que ponto os professores podem avançar, servem para despertar a curiosidade e dar uma prévia do que as crianças aprenderão durante o projeto. 

7. Regras bem compreendidas
Decida com a equipe, também no final da semana pedagógica, quem apresentará o estatuto da escola - e como - e em que momentos serão feitos os combinados entre professores e alunos. O próprio diretor pode ter essa função. Para isso, ele precisará ir de sala em sala, se apresentando, dando as boas vindas e explicando algumas regras de convivência já em vigor - que devem ser transmitidas de forma que os alunos entendam porque elas existem. Uma sugestão é partir dos direitos de cada um para os deveres de todos. Por exemplo: todo estudante tem direito a material didático de qualidade, para isso cada um deve cuidar bem dos livros que usará naquele ano para que eles possam ser reutilizados no próximo. É importante gastar alguns minutos com o assunto logo nos primeiros dias de aula, antes que as situações em que caberia o uso de determinadas regras ocorram. Com as regras gerais conhecidas, cada professor pode organizar com a uma turma os combinados internos. Para isso é preciso ouvir os alunos e sistematizar as discussões, chegando a normas internas para cada grupo.

Acolhimento e Adaptação


Acolhimento e Adaptação

ACOLHIMENTO
“A adaptação pode ser entendida como o esforço que a criança realiza para ficar, e bem, no espaço coletivo, povoado de pessoas grandes e pequenas desconhecidas. Onde as relações, regras e limites são diferentes daqueles do espaço doméstico a que ela está acostumada. Há de fato um grande esforço por parte da criança que chega e que está conhecendo o ambiente da instituição, mas ao contrário do que o termo sugere não depende exclusivamente dela adaptar-se ou não à nova situação. Depende também da forma como é acolhida” (ORTIZ, Revista Avisa Lá).


I - Introdução

 Este documento tem como objetivo subsidiar as discussões da equipe escolar trazendo princípios e aspectos do acolhimento para reflexão. Por ser imprescindível a uma educação de qualidade, este tema precisa ser pensado e estudado por todos os envolvidos no cotidiano escolar: pais, professores, funcionários e alunos. Precisa também ser discutido a partir das vivências realizadas para favorecer uma atuação adequada e coesa, na qual toda a equipe escolar esteja preparada para as situações que possam ocorrer. É importante ressaltar que a síntese das discussões e decisões da equipe escolar precisa estar registrada no PPP da escola, pois é este documento que valida suas ações.

Historicamente temos na rede de ensino de São Bernardo do Campo, especificamente na Educação Infantil, um determinado período no início do ano letivo planejado com horário flexível e atividades diferenciadas, para que os alunos se adaptem à escola.

Sabemos que no período de adaptação algumas crianças choram ou ficam retraídas na escola e que algumas famílias sentem-se inseguras quanto ao acolhimento que será dado aos seus filhos por parte dos profissionais que atuam no espaço escolar. Assim, faz-se necessário que a escola compreenda estes sentimentos e que tenha alguns cuidados para que todos (alunos e famílias) sintam-se acolhidos em suas angústias e necessidades.    

“Falamos em adaptação sempre que enfrentamos uma situação nova, ou readaptação, quando entramos novamente em contato com algo já conhecido, mas por algum tempo distante do nosso convívio diário. O processo de adaptação inicia com o nascimento, nos acompanha no decorrer de toda a vida e ressurge a cada nova situação que vivenciamos. Sair de um espaço conhecido e seguro, dar um passo à frente e arriscar-se, tendo como companhia o desconhecido para o qual precisamos olhar, perceber, sentir, avaliar, nos leva às mais diferentes reações: permanecer no espaço seguro e protegido, seguir adiante ou desistir e voltar atrás”  (DIESEL, 2003) 

ACOLHIMENTO1II – Concepção de Adaptação e Acolhimento 

Para iniciar este diálogo, falaremos aqui de adaptação do ponto de vista do acolhimento. A concepção de adaptação apresentada sob essa perspectiva traz a idéia de que o ato de educar não está separado do ato de cuidar. 

Ao acolher o aluno (seja ele criança ou adulto) em seus primeiros momentos na escola ou a cada nova etapa escolar, precisamos fazer com que se sintam cuidados, confortáveis e, acima de tudo, seguros. A forma como cada escola planeja o período de adaptação demonstra qual a concepção de educação e de aluno direcionam sua prática. A adaptação é necessária, porém não precisa acontecer de forma passiva e o acolhimento é que garantirá a qualidade dessa adaptação. 

“Considerar a adaptação sob o aspecto de acolher, aconchegar, procurar oferecer bem estar, conforto físico e emocional, amparar, amplia significativamente o papel e a responsabilidade da instituição de educação neste processo.A qualidade do acolhimento deve garantir a qualidade da adaptação; portanto trata-se de uma decisão institucional, pois há uma inter relação entre os movimentos da criança e da instituição fazendo parte do mesmo processo” (ORTIZ, Revista Avisa Lá).Para a efetivação de uma adaptação compromissada com o acolhimento destacamos alguns aspectos a serem considerados.

1. Planejamento 
É preciso considerar todos os aspectos do período de adaptação e todas as suas variáveis, para que ele não seja feito de forma espontaneísta ou sem reflexão.Traçar um roteiro de como se dará a chegada dos alunos (novos ou não) nos primeiros dias, pensar em tempos, espaços, materiais e atribuições de cada profissional da escola são aspectos fundamentais para garantir a qualidade da adaptação. 

É importante que a escola planeje atividades adequadas para esse período, não se distanciando do que o aluno vivenciará no dia a dia, para que não sejam criadas falsas expectativas. “[...] um bom planejamento do período de acolhimento garante um processo mais tranqüilo para as crianças, suas famílias, os educadores e todos os demais que acompanham essa fase tão importante na vida da criança [...]” (ORTIZ, Revista Avisa Lá).

2. Envolvimento de todos os funcionários da escola
Cada funcionário dentro de suas atribuições é co-responsável pelo processo de adaptação e acolhimento dos alunos. Uma reunião tratando do tema e antecipando com o grupo situações com as quais terão de lidar nesse período, possibilitará à equipe escolar a compreensão sobre a importância de suas ações para qualificar a chegada e a permanência do aluno na escola.“Para acolher bem as novas crianças e suas famílias, toda equipe da creche, professores, equipe de apoio e voluntários, no início do ano letivo, prepara esse momento, planejando suas ações de forma a contribuir neste processo de acolhimento” (PPP CRECHE CONVENIADA SONHO DE CRIANÇA, 2010).

3. Participação das famílias

ACOLHIMENTO2A participação efetiva das famílias traz boas contribuições para o processo de adaptação, por diversas razões: diminui o medo e a ansiedade (de adultos e crianças), inicia a construção de um vínculo de confiança entre escola e família, valida para a criança a figura do professor como referência e da escola como um lugar seguro. Daí a importância de um planejamento que considere a presença da família na escola. “Nossa preocupação é ajudar os pais e as crianças a compreender este momento, para ultrapassá-lo com segurança. 

Antes de tudo, é preciso estabelecer uma relação de confiança com as famílias, deixando claro que o objetivo é a parceria de cuidados e educação. Uma ação imprescindível para este período foi realizar uma Reunião com os pais onde discutimos o período de adaptação, suas angústias e ansiedades, clareando sobre o papel da escola e seu funcionamento” (PPP EMEB CARMEM TABET DE OLIVEIRA, 2010). “Os pais relatam que percebem a importância de participarem da vida escolar dos seus filhos e ressaltam que quando existe a participação, ao mesmo tempo em que colaboram para a melhoria dos trabalhos da escola, estão colaborando para a melhoria da qualidade de vida dos seus próprios filhos.” (PPP EMEB LOURENÇO FILHO, 2010).

4. Atendimento à diversidade
Cada ser humano traz consigo suas vivências, experiências e modelos de convivência. As crianças, assim como os adultos, apresentam manifestações e reações diferentes em cada contexto. A escola como um todo precisa estar sensível às manifestações individuais dos alunos, atendendo às suas necessidades específicas, que podem se manifestar de forma transitória ou permanente, nos casos daqueles que possuam alguma necessidade educacional.
“Deixar que a criança mantenha seu jeito de ser, seus rituais (...) para aos poucos se ajustar ao grupo, proporciona suavidade à transição, sem rupturas bruscas e maior controle do adulto sobre o processo” (ORTIZ, Revista Avisa Lá).

5. Lidando com os sentimentos
Sentimentos diversos estão presentes no período de adaptação. Os pais ficam angustiados e inseguros por deixarem seus filhos com pessoas que não fazem parte de seu convívio.  A equipe escolar lida com reações diversas das crianças: choros, birras, quietude excessiva, recusa de alimentos entre outras. Cabe a escola acolher a cada uma dessas reações com paciência e intervenções que ajudem a aproximar os alunos da rotina escolar, criando vínculos de segurança e afeto, estabelecendo ao mesmo tempo, uma relação de confiança com as famílias através da escuta atenta sobre as várias dúvidas e inquietações trazidas nos horários de entrada e saída dos alunos. 

III – Efetivando o planejamento     

Abordaremos a questão do planejamento, a fim de que as escolas organizem uma boa acolhida às famílias e alunos para a construção dos primeiros vínculos.

josuedecastro1Acolhendo as famílias
Apresentando a escola Muitas escolas têm como prática propor atividades que contem com a participação das famílias nos primeiros dias de aula para que, juntamente com seus filhos, conheçam os espaços, os funcionários e vivenciem algumas das práticas pedagógicas, como: roda de história, lanche, parque e outros. Esses momentos são bem avaliados, pois trazem segurança aos pais e, conseqüentemente, aos seus filhos
Entretanto temos outros desafios a considerar neste período: o que propor para as famílias que já conhecem a rotina da escola? Como evitar a frustração das crianças cujas famílias trabalham e não podem comparecer no período de adaptação? É importante a participação dos familiares nos primeiros dias de aula, desde que a equipe escolar considere as circunstâncias apontadas acima. Indicamos essa participação em forma de convite e não como condição para a permanência da criança nos primeiros dias de aula. Além disso, cabe à equipe escolar cuidar do planejamento de ações que possibilitem a participação das crianças com pessoas que sejam referência para elas, podendo ser algum familiar e, na impossibilidade destes comparecerem, outra pessoa com quem tenham vínculo. 

No ato da matrícula 
O acolhimento às famílias e aos alunos se inicia nos primeiros contatos com a escola, na forma como se conversa e se fornecem informações, como são abordados os dados da família sem ser invasivo, deixando claro que educação é um direito e não um “favor” do poder público. Assim é necessário que os funcionários da secretaria da escola também estejam preparados para atender o público de forma atenciosa e informar como a escola funciona, seus horários, início das aulas e outros esclarecimentos que se fizerem necessários.

Construção de vínculo com as famílias
É essencial neste processo que a equipe escolar discuta e decida sobre a importância de estreitar os vínculos com as famílias, obtendo informações relevantes para o trabalho na escola e para os cuidados com os alunos no dia a dia. A forma e o instrumento que utilizarão devem ser sempre avaliados e decididos pela equipe escolar e pelas famílias. A reunião com pais, que neste ano conta com o diferencial da dispensa de aula, possibilitará a organização de diferentes estratégias para conhecer melhor as famílias e trocar informações sobre os alunos.

Reunião com pais dos novos alunos da escola
Como procedimento para qualificar o início do ano letivo, algumas escolas realizam uma reunião somente com os pais dos novos alunos da escola. Esta reunião pode ser feita no ano anterior, logo após as matrículas, objetivando sanar dúvidas acerca do funcionamento escolar, divulgar o Projeto Político Pedagógico, apresentar a rotina e espaços existentes, orientar as famílias sobre a importância da preparação dos filhos para o início das aulas. As estratégias utilizadas podem ser diferenciadas: vídeos com a rotina da escola, álbuns de fotos à disposição dos pais, murais com atividades das crianças, exposição dos projetos desenvolvidos, folders e outros.

Acolhendo os alunos

Conhecer o aluno
Como vimos, acolher é parte essencial da adaptação e vários são os aspectos que precisam ser pensados para um bom acolhimento. A atenção e os cuidados, assim como a cortesia e a afetividade, principalmente com as crianças menores, são fundamentais para que os alunos se sintam seguros.A observação do professor e o diálogo com o grupo e com cada estudante estão presentes no processo de conhecer os alunos, suas características e preferências, suas experiências, as formas de ser e estar no mundo. O período de adaptação precisa favorecer o conhecimento mútuo, a interação com os colegas e os adultos.Os relatórios individuais de aprendizagem devem estar a serviço deste processo também, pois trazem as experiências anteriores vividas na escola: suas aprendizagens, seus avanços, suas superações, vistas a partir de outro olhar, em outro tempo, e que auxiliam no prosseguimento de suas vivências. É de extrema importância que os professores tenham acesso aos relatórios do ano anterior para que conheçam melhor o aluno e com isso possam planejar o trabalho pedagógico necessário à turma nova e às intervenções individuais necessárias a cada aluno.

Espaços
 Diante da concepção de acolhimento é necessário organizar da melhor forma possível o espaço físico da escola para atender às especificidades de cada turma e dos alunos individualmente. Indicamos que esta organização seja feita considerando-se alguns aspectos: que os materiais estejam ao acesso dos alunos, que haja uma boa circulação entre os espaços para favorecer a construção da autonomia, o uso ou não de mesas e a organização destas em grupos ou isoladas, conforme os objetivos a serem atingidos em cada proposta, a limpeza e manutenção dos materiais visando a saúde, segurança e integridade dos alunos.É natural a exploração dos diferentes espaços da escola pelos alunos novos, pois tudo é novidade para eles. Nesse sentido a atenção de todos os funcionários da escola é imprescindível, pois várias situações podem acontecer: alunos sem saber onde é a sua sala, exploração de jardins e partes mais afastadas e/ou perigosas, tentativas de ir embora para casa sozinho, etc. A orientação e intervenção aos novos alunos para que voltem ao seu grupo, assim como fazer com que conheçam os diferentes espaços da escola ajuda na adaptação e segurança de todas as crianças. 

Choro, Silêncio e Outras Manifestações 

ACOLHIMENTO4“O choro sempre está presente na nossa vida, sobretudo nos momentos em que não conseguimos expressar apenas em palavras ou gestos o que sentimos, mesmo quando somos adultos ou idosos. Muitas vezes no cotidiano, quando “engolimos” o choro nos sentimos muito mal e depois o choro chega sem controle” (MARANHÃO & FIGUEIREDO, Revista Avisa Lá).     

O choro é uma expressão humana e na infância ele costuma ser mais constante, pois os sentimentos muitas vezes não conseguem ser explicitados com a linguagem oral. No período de adaptação, precisamos ter um olhar atento para o choro ou quaisquer manifestações de angústia, pensando em intervenções diferenciadas para cada “tipo” de choro e para cada criança que chora, usando estratégias diferenciadas até que o choro cesse. Além de oferecer diferentes propostas de atividades, o professor também pode envolver o aluno, aconchegando-o, solicitando seu auxílio na organização de materiais, ou para ajudar os colegas.  Outras estratégias podem ser a mudança de espaço por um momento, a intervenção de outros adultos ou deixar que a criança leve para a escola algum objeto de apego. A colaboração da família é essencial, compartilhando com a escola os costumes da criança a fim de que os educadores possam pensar em procedimentos para que a criança pare de chorar.     

 Mesmo com crianças maiores e com jovens e adultos precisamos ter um olhar para o choro e angústia, estabelecendo um diálogo com o aluno e tentando ajudá-lo em suas necessidades imediatas.     

 Assim como o choro, outras manifestações de desagrado podem surgir: não alimentar-se, não ir ao banheiro, não conversar, entre outras. Todas elas necessitam de intervenções pontuais para que sejam sanadas. A escuta atenta aos alunos, além da participação da família é fundamental para decidir o que pode ser feito.IV - Avaliação        

Avaliar o processo de acolhimento e adaptação dos alunos, revendo as ações, a organização da escola como um todo e deixando indicativos para o próximo ano é imprescindível para a concretização do Projeto Político Pedagógico. A avaliação deve acontecer com a participação das famílias e equipe escolar logo ao final do período de adaptação. A articulação entre os instrumentos metodológicos: o planejamento, a observação, o registro (escrito, fotográfico ou por meio de filmagens), a reflexão e a avaliação, discutindo os vários pontos de vista e as várias experiências desse período ajudam nos encaminhamentos para os próximos anos. A escuta dos alunos e das famílias nesta avaliação é muito importante, pois eles podem ajudar a indicar para a equipe o que foi bom e o que precisa ser melhorado nesse período bem como em todo o processo educativo.

VII – Considerações Finais
Esperamos que as questões aqui abordadas possam subsidiar a reflexão da equipe escolar sobre este momento tão importante na vida dos alunos: sua entrada ou retorno à escola.     

 Para além das datas e regras estabelecidas não podemos nos esquecer dos princípios que norteiam a construção das relações humanas. Não queremos nos pautar simplesmente no mecanicismo e nas questões burocráticas, mas na humanização da educação. Essa concepção precisa ser contemplada desde os primeiros dias na escola e ao longo de todo o processo educativo.     

Assim, o acolhimento é um princípio a ser considerado em várias situações: nos atrasos na chegada e saída dos alunos, no retorno depois de um tempo afastado por viagem ou doença, um incidente ou acidente durante o período letivo, enfim em todo e qualquer momento podemos viver situações que necessitem de acolhimento e todos devemos estar preparados para realizá-lo da melhor forma, resgatando a humanização das relações na educação.



VIII - Referências bibliográficas
DIESEL, M. Adaptação Escolar, Sentimentos e Percepções do Educador Diante da Questão”. Revista do Professor, p.10, Porto Alegre, 2003
MARANHÃO, D. G.; FIGUEIREDO, V. C.; VERONEZ, J.; SANTANA, J. Jeitos de Cuidar- Que Choro é Esse? Revista Avisa Lá.
ORTIZ, C. Cuidados Compartilhados, um Planejamento para Acolher os Pais, Revista Avisa Lá, p. 9.
ORTIZ, C. Entre Adaptar-se e Ser Acolhido. Revista Avisa Lá, p. 6-7.
PPP Creche Conveniada Sonho de Criança, 2010.
PPP EMEB Carmem Tabet de Oliveira, 2010.
PPP EMEB Lourenço Filho, 2010.

domingo, janeiro 01, 2017

PROJETO FÉRIAS DIVERTIDA NA ESCOLA


Pensando nas creches que trabalham nas ferias de janeiro,segue esse Projeto que usaremos na minha escola


PROJETO FÉRIAS DIVERTIDA NA ESCOLA 

TEMA: Enquanto brinco eu aprendo e me divirto.

JUSTIFICATIVA: Cada dia mais as famílias precisam trabalhar e a tão esperada férias das crianças em janeiro, não coincidem com a dos pais, pensando nisso realizaremos atividades diferenciadas com as crianças que utilizam a nossa creche nesse mês, oferecendo dessa forma férias divertidas com os amigos e funcionários. As atividades oferecidas no “PROJETO FÉRIAS DIVERTIDAS NA ESCOLA  ” levam à criança a oportunidade de se socializar com crianças de diferentes faixas etária, ao mesmo tempo em que desenvolve atividades de pura riqueza tanto para o intelecto quanto para o corpo, podendo de esta forma desenvolver todas as suas potencialidades. Este período tem como principal objetivo promover a integração das crianças de forma prazerosa e educativa, através da exploração de diversas atividades lúdicas orientadas, incluindo músicas, brincadeiras, jogos e outros.

OBJETIVO GERAL: Proporcionar as crianças que frequentarão a creche  durante as férias, atividades prazerosas ludicamente voltadas ao seu desenvolvimento integral e entretenimento, bem como suprir as necessidades da criança e de suas famílias durante o período de ferias escolar.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
·         Promover a recreação através de brinquedos, brincadeiras, jogos, vídeos, músicas e arte;
·         Promover a socialização;
·         Desenvolver a criatividade
·         Estimular a criatividade e a imaginação;
·         Ampliar a coordenação motora ampla e fina;
·         Incentivar o gosto pela música e canto.

DESENVOLVIMENTO:
·         Brincadeiras de roda;
·         Brincadeiras ao ar livre;
·         Parque;
·         Música e interpretação;
·         História e interpretação;
·         Brincadeiras direcionadas e livres
·         Dvd desenhos e filmes infantis;
·         Parlendas;
·         Confecção de um brinquedo com sucata;
·         Massa de modelar;
·         Jogos;
·         Pintura.
·         Roda de conversa;
·         Musicalização;
·         Histórias;
·         Teatro de fantoches;
·         Desenho livre;
·         Brincadeiras de motoca;
·         Vivo – morto;
·         Qual é a música;
·         Bexiga;
·         Pintura facial;
·         Dança da cadeira;
·         Piquenique

 METODOLOGIA: Realização de brincadeiras de roda, a fim de promover a socialização entre os educandos e educadores, registrando-as; Desenvolvimento de brincadeiras no pátio explorando cantigas, jogos, brincadeiras livres; Escutar diversas músicas e cantos para após interpretá-las a partir de brincadeiras; Utilização da música e dança como expressão corporal; Contação de histórias, dramatizando-as através de fantoches. Releitura das histórias por meio de pinturas com tinta guache, desenhos, colagem, etc; Produção do autorretrato através do desenho; Utilização de parlendas, recitar;  Confecção de uma amarelinha no pátio contendo as formas geométricas, cada criança jogará o dado que possui as formas geométricas (circulo, quadrado, triângulo e retângulo), ao cair o dado a criança pulará a amarelinha até chegar a forma geométrica correspondente;   Utilização de cordas e bambolês para representar conjuntos no chão, por exemplo: a partir da história “Os três porquinhos” trabalhar o numeral  Representar quantidades de 1 à 5 nos conjuntos através de brinquedos e realizar contagens; Confecção de um brinquedo com sucata que eles levaram para casa e por fim piquenique no parquinho da escola.

AVALIAÇÃO: A avaliação será continua, observando-se a atenção, participação, socialização e interesse durante as atividades e brincadeiras propostas.