A mente que mente é regador de ilusões não faz proliferar jardim...

Amigos que agente faz por ai...

terça-feira, fevereiro 07, 2017

Relatório de atividades de ferias educação infantil Janeiro 2016

Cada dia mais as famílias precisam trabalhar e a tão esperada férias das crianças em janeiro, não coincidem com a dos pais, pensando nisso realizamos em Janeiro atividades diferenciadas com as crianças que utilizam a nossa creche nesse período, oferecendo dessa forma férias divertidas com as crianças e funcionários. As atividades oferecidas no “PROJETO FÉRIAS DIVERTIDAS XX XXXXXXXX ” levaram as criança a oportunidade de se socializar com crianças de diferentes faixas etária, tendo em vista que neste mês trabalhamos com um numero reduzido de crianças e que todas ficaram juntas, participando das mesmas atividades. ao mesmo tempo em que desenvolve atividades de pura riqueza tanto para o intelecto quanto para o corpo, podendo de esta forma desenvolver todas as suas potencialidades. Este período tem como principal objetivo promover a integração das crianças de forma prazerosa e educativa, através da exploração de diversas atividades lúdicas orientadas, incluindo músicas, brincadeiras, jogos e outros. Todas as atividades foram pensadas para   proporcionar as crianças que frequentaram a creche  durante as férias, atividades prazerosas ludicamente voltadas ao seu desenvolvimento integral e entretenimento, bem como suprir as necessidades da criança e de suas famílias durante o período de ferias escolar.Com os seguintes objetivos: Promover a recreação através de brinquedos, brincadeiras, jogos, vídeos, músicas e arte; Promover a socialização; Desenvolver a criatividade; Estimular a criatividade e a imaginação; Ampliar a coordenação motora ampla e fina; Incentivar o gosto pela música e canto.
As Atividades desenvolvidas foram: Brincadeiras de roda;Brincadeiras ao ar livre;Parque;Música e interpretação;História e interpretação;Brincadeiras direcionadas e livres;Dvd desenhos e filmes infantis;Parlendas;Confecção de um brinquedo com sucata;Massa de modelar;Jogos;Pintura.Roda de conversa;Musicalização;Histórias;Teatro de fantoches;Desenho livre;Brincadeiras de motoca;Vivo – morto;Qual é a música;Bexiga;Pintura facial;Dança da cadeira.
METODOLOGIA: Realização de brincadeiras de roda, a fim de promover a socialização entre os educandos e educadores, Desenvolvimento de brincadeiras no pátio explorando cantigas, jogos, brincadeiras livres; Escutar diversas músicas e cantos para após interpretá-las a partir de brincadeiras; Utilização da música e dança como expressão corporal; Contação de histórias, dramatizando-as através de fantoches. Releitura das histórias por meio de pinturas com tinta guache, desenhos, colagem, etc; Utilização de parlendas, recitar; Confecção de uma amarelinha no pátio contendo as formas geométricas, cada criança jogará o dado que possui as formas geométricas (circulo, quadrado, triângulo e retângulo), ao cair o dado a criança pulará a amarelinha até chegar a forma geométrica correspondente;   Utilização de cordas e bambolês para representar conjuntos no chão, por exemplo: a partir da história “Os três porquinhos” trabalhar o numeral representar quantidades de 1 à 5 nos conjuntos através de brinquedos e realizar contagens. Através da exploração de diversas atividades orientadas, músicas, oficinas, brincadeiras e jogos as crianças passaram os dias de maneira divertida na escola. A avaliação  foi continua, observando-se a atenção, participação, socialização e interesse durante as atividades e brincadeiras propostas.



quarta-feira, janeiro 04, 2017

Boas-vindas bem planejadas

Depois de planejar com a equipe gestora, os docentes e os funcionários como será o ano na sua escola, reserve um período da semana pedagógica para organizar a recepção dos alunos na primeira semana de aula. Os professores já terão informações sobre as turmas para as quais darão aulas e isso certamente ajudará nas relações que se estabelecerão no início do ano letivo. Com todo o grupo, pense nos detalhes que farão com que os alunos se sintam acolhidos e formem (ou fortaleçam) os laços afetivos com a escola - condição importante para que a aprendizagem aconteça. A seguir, uma pauta para você discutir com a equipe: 

1. Organização das salas
Antes de os alunos chegarem, combine com professores e funcionários a maneira como a sala de aula deve estar organizada. No primeiro dia, as formações circulares facilitam a integração e por isso são mais indicadas do que fileiras (que não favorecem a socialização). Nas salas da Educação Infantil, aconselha-se a organizar cantos de brincadeiras (veja exemplos no vídeo Ateliê de Entrada) - para ajudar a entreter as crianças antes que a turma esteja completa e também já iniciando um processo de socialização e aprendizagem. A coordenação pedagógica, junto com os professores de cada turma, poderá decidir quais cantos são mais interessantes para as diversas faixas etárias.



2. Recepção
Decidam em conjunto o local em que cada um receberá os alunos. A sugestão é que a equipe gestora fique no portão para cumprimentar não somente as crianças e os jovens mas também os pais que costumam acompanhar os filhos à escola. Os professores podem esperar pelos alunos na porta da sala de aula. Combine com os funcionários de apoio que eles se posicionem nos corredores e em locais em que possam ajudar a informar a localização de cada classe ou ainda orientar sobre o caminho para os banheiros, o bebedouro etc. e outras dúvidas que os estudantes possam ter. 

3. Apresentação em sala de aula
Reflita com os professores sobre a importância de apresentar os novos alunos aos demais antes do início dos trabalhos. Peça aos docentes que estimulem a criança a falar um pouco sobre ele mesmo, seu histórico e sua relação com os estudos. Depois, todos podem contar o que fizeram durante as férias. Os professores podem contribuir dando ideias para organizar esse momento e apresentar maneiras de fazer isso. Exemplos: cada aluno pode contar sobre algo que aprendeu nas férias, um lugar que visitou, uma história que leu ou assistiu. Entre os mais velhos, também é interessante falar dos planos que têm para o ano, o que pode incluir um curso ou uma atividade extra ou estudar para o vestibular. 

4. Tutoria dos veteranos
É comum que os alunos novos demorem um pouco para se enturmar com um grupo já formado. Para facilitar esse período, adote um sistema de tutoria em que um colega da turma que já estuda na escola há mais tempo mostre ao novato todos os departamentos, o acompanhe e oriente em relação aos procedimentos da escola e tire suas dúvidas. Esse acompanhamento pode variar de uma semana a um mês. Algumas escolas marcam o início das aulas para os novatos um ou dois dias depois do início oficial das aulas. Nesses dias, o professor dá informações sobre o novo colega que vai chegar (nome, de onde ele vem, o que fazem os pais etc.) e escolhe o aluno que fará a tutoria. Em instituições em que há grêmio estudantil, essa recepção pode ser feita por um membro da entidade.

5. Primeiro contato com cada setor
Reforce também a importância dos funcionários de apoio e administrativos serem receptivos com todos e especialmente solícitos com quem ainda não conhece as dependências e rotina da unidade. Estude a hipótese de a classe do primeiro ano - em que todos devem ser novos - fazer uma excursão pela escola com paradas em cada setor para que um responsável da área explique o funcionamento da cantina, da biblioteca, da secretaria, etc. Algumas escolas marcam o início das aulas em dias diferentes para cada três ou quatro turmas para que todos os funcionários deem atenção a chegada de todos.

6. Aulas inaugurais diferenciadas
As primeiras aulas devem apresentar os conteúdos que serão trabalhados durante um período (bimestre, trimestre ou semestre), de acordo com o que foi planejado na semana pedagógica. Uma maneira de apresentar os projetos que serão desenvolvidos é mostrar à turma os trabalhos feitos sobre o tema em anos anteriores. Ao coordenador pedagógico, cabe orientar os professores para que façam uma avaliação inicial antes de introduzir cada conteúdo. As perguntas, quando bem elaboradas, além de dar uma noção precisa do que cada aluno sabe sobre o tema e de que ponto os professores podem avançar, servem para despertar a curiosidade e dar uma prévia do que as crianças aprenderão durante o projeto. 

7. Regras bem compreendidas
Decida com a equipe, também no final da semana pedagógica, quem apresentará o estatuto da escola - e como - e em que momentos serão feitos os combinados entre professores e alunos. O próprio diretor pode ter essa função. Para isso, ele precisará ir de sala em sala, se apresentando, dando as boas vindas e explicando algumas regras de convivência já em vigor - que devem ser transmitidas de forma que os alunos entendam porque elas existem. Uma sugestão é partir dos direitos de cada um para os deveres de todos. Por exemplo: todo estudante tem direito a material didático de qualidade, para isso cada um deve cuidar bem dos livros que usará naquele ano para que eles possam ser reutilizados no próximo. É importante gastar alguns minutos com o assunto logo nos primeiros dias de aula, antes que as situações em que caberia o uso de determinadas regras ocorram. Com as regras gerais conhecidas, cada professor pode organizar com a uma turma os combinados internos. Para isso é preciso ouvir os alunos e sistematizar as discussões, chegando a normas internas para cada grupo.

Acolhimento e Adaptação


Acolhimento e Adaptação

ACOLHIMENTO
“A adaptação pode ser entendida como o esforço que a criança realiza para ficar, e bem, no espaço coletivo, povoado de pessoas grandes e pequenas desconhecidas. Onde as relações, regras e limites são diferentes daqueles do espaço doméstico a que ela está acostumada. Há de fato um grande esforço por parte da criança que chega e que está conhecendo o ambiente da instituição, mas ao contrário do que o termo sugere não depende exclusivamente dela adaptar-se ou não à nova situação. Depende também da forma como é acolhida” (ORTIZ, Revista Avisa Lá).


I - Introdução

 Este documento tem como objetivo subsidiar as discussões da equipe escolar trazendo princípios e aspectos do acolhimento para reflexão. Por ser imprescindível a uma educação de qualidade, este tema precisa ser pensado e estudado por todos os envolvidos no cotidiano escolar: pais, professores, funcionários e alunos. Precisa também ser discutido a partir das vivências realizadas para favorecer uma atuação adequada e coesa, na qual toda a equipe escolar esteja preparada para as situações que possam ocorrer. É importante ressaltar que a síntese das discussões e decisões da equipe escolar precisa estar registrada no PPP da escola, pois é este documento que valida suas ações.

Historicamente temos na rede de ensino de São Bernardo do Campo, especificamente na Educação Infantil, um determinado período no início do ano letivo planejado com horário flexível e atividades diferenciadas, para que os alunos se adaptem à escola.

Sabemos que no período de adaptação algumas crianças choram ou ficam retraídas na escola e que algumas famílias sentem-se inseguras quanto ao acolhimento que será dado aos seus filhos por parte dos profissionais que atuam no espaço escolar. Assim, faz-se necessário que a escola compreenda estes sentimentos e que tenha alguns cuidados para que todos (alunos e famílias) sintam-se acolhidos em suas angústias e necessidades.    

“Falamos em adaptação sempre que enfrentamos uma situação nova, ou readaptação, quando entramos novamente em contato com algo já conhecido, mas por algum tempo distante do nosso convívio diário. O processo de adaptação inicia com o nascimento, nos acompanha no decorrer de toda a vida e ressurge a cada nova situação que vivenciamos. Sair de um espaço conhecido e seguro, dar um passo à frente e arriscar-se, tendo como companhia o desconhecido para o qual precisamos olhar, perceber, sentir, avaliar, nos leva às mais diferentes reações: permanecer no espaço seguro e protegido, seguir adiante ou desistir e voltar atrás”  (DIESEL, 2003) 

ACOLHIMENTO1II – Concepção de Adaptação e Acolhimento 

Para iniciar este diálogo, falaremos aqui de adaptação do ponto de vista do acolhimento. A concepção de adaptação apresentada sob essa perspectiva traz a idéia de que o ato de educar não está separado do ato de cuidar. 

Ao acolher o aluno (seja ele criança ou adulto) em seus primeiros momentos na escola ou a cada nova etapa escolar, precisamos fazer com que se sintam cuidados, confortáveis e, acima de tudo, seguros. A forma como cada escola planeja o período de adaptação demonstra qual a concepção de educação e de aluno direcionam sua prática. A adaptação é necessária, porém não precisa acontecer de forma passiva e o acolhimento é que garantirá a qualidade dessa adaptação. 

“Considerar a adaptação sob o aspecto de acolher, aconchegar, procurar oferecer bem estar, conforto físico e emocional, amparar, amplia significativamente o papel e a responsabilidade da instituição de educação neste processo.A qualidade do acolhimento deve garantir a qualidade da adaptação; portanto trata-se de uma decisão institucional, pois há uma inter relação entre os movimentos da criança e da instituição fazendo parte do mesmo processo” (ORTIZ, Revista Avisa Lá).Para a efetivação de uma adaptação compromissada com o acolhimento destacamos alguns aspectos a serem considerados.

1. Planejamento 
É preciso considerar todos os aspectos do período de adaptação e todas as suas variáveis, para que ele não seja feito de forma espontaneísta ou sem reflexão.Traçar um roteiro de como se dará a chegada dos alunos (novos ou não) nos primeiros dias, pensar em tempos, espaços, materiais e atribuições de cada profissional da escola são aspectos fundamentais para garantir a qualidade da adaptação. 

É importante que a escola planeje atividades adequadas para esse período, não se distanciando do que o aluno vivenciará no dia a dia, para que não sejam criadas falsas expectativas. “[...] um bom planejamento do período de acolhimento garante um processo mais tranqüilo para as crianças, suas famílias, os educadores e todos os demais que acompanham essa fase tão importante na vida da criança [...]” (ORTIZ, Revista Avisa Lá).

2. Envolvimento de todos os funcionários da escola
Cada funcionário dentro de suas atribuições é co-responsável pelo processo de adaptação e acolhimento dos alunos. Uma reunião tratando do tema e antecipando com o grupo situações com as quais terão de lidar nesse período, possibilitará à equipe escolar a compreensão sobre a importância de suas ações para qualificar a chegada e a permanência do aluno na escola.“Para acolher bem as novas crianças e suas famílias, toda equipe da creche, professores, equipe de apoio e voluntários, no início do ano letivo, prepara esse momento, planejando suas ações de forma a contribuir neste processo de acolhimento” (PPP CRECHE CONVENIADA SONHO DE CRIANÇA, 2010).

3. Participação das famílias

ACOLHIMENTO2A participação efetiva das famílias traz boas contribuições para o processo de adaptação, por diversas razões: diminui o medo e a ansiedade (de adultos e crianças), inicia a construção de um vínculo de confiança entre escola e família, valida para a criança a figura do professor como referência e da escola como um lugar seguro. Daí a importância de um planejamento que considere a presença da família na escola. “Nossa preocupação é ajudar os pais e as crianças a compreender este momento, para ultrapassá-lo com segurança. 

Antes de tudo, é preciso estabelecer uma relação de confiança com as famílias, deixando claro que o objetivo é a parceria de cuidados e educação. Uma ação imprescindível para este período foi realizar uma Reunião com os pais onde discutimos o período de adaptação, suas angústias e ansiedades, clareando sobre o papel da escola e seu funcionamento” (PPP EMEB CARMEM TABET DE OLIVEIRA, 2010). “Os pais relatam que percebem a importância de participarem da vida escolar dos seus filhos e ressaltam que quando existe a participação, ao mesmo tempo em que colaboram para a melhoria dos trabalhos da escola, estão colaborando para a melhoria da qualidade de vida dos seus próprios filhos.” (PPP EMEB LOURENÇO FILHO, 2010).

4. Atendimento à diversidade
Cada ser humano traz consigo suas vivências, experiências e modelos de convivência. As crianças, assim como os adultos, apresentam manifestações e reações diferentes em cada contexto. A escola como um todo precisa estar sensível às manifestações individuais dos alunos, atendendo às suas necessidades específicas, que podem se manifestar de forma transitória ou permanente, nos casos daqueles que possuam alguma necessidade educacional.
“Deixar que a criança mantenha seu jeito de ser, seus rituais (...) para aos poucos se ajustar ao grupo, proporciona suavidade à transição, sem rupturas bruscas e maior controle do adulto sobre o processo” (ORTIZ, Revista Avisa Lá).

5. Lidando com os sentimentos
Sentimentos diversos estão presentes no período de adaptação. Os pais ficam angustiados e inseguros por deixarem seus filhos com pessoas que não fazem parte de seu convívio.  A equipe escolar lida com reações diversas das crianças: choros, birras, quietude excessiva, recusa de alimentos entre outras. Cabe a escola acolher a cada uma dessas reações com paciência e intervenções que ajudem a aproximar os alunos da rotina escolar, criando vínculos de segurança e afeto, estabelecendo ao mesmo tempo, uma relação de confiança com as famílias através da escuta atenta sobre as várias dúvidas e inquietações trazidas nos horários de entrada e saída dos alunos. 

III – Efetivando o planejamento     

Abordaremos a questão do planejamento, a fim de que as escolas organizem uma boa acolhida às famílias e alunos para a construção dos primeiros vínculos.

josuedecastro1Acolhendo as famílias
Apresentando a escola Muitas escolas têm como prática propor atividades que contem com a participação das famílias nos primeiros dias de aula para que, juntamente com seus filhos, conheçam os espaços, os funcionários e vivenciem algumas das práticas pedagógicas, como: roda de história, lanche, parque e outros. Esses momentos são bem avaliados, pois trazem segurança aos pais e, conseqüentemente, aos seus filhos
Entretanto temos outros desafios a considerar neste período: o que propor para as famílias que já conhecem a rotina da escola? Como evitar a frustração das crianças cujas famílias trabalham e não podem comparecer no período de adaptação? É importante a participação dos familiares nos primeiros dias de aula, desde que a equipe escolar considere as circunstâncias apontadas acima. Indicamos essa participação em forma de convite e não como condição para a permanência da criança nos primeiros dias de aula. Além disso, cabe à equipe escolar cuidar do planejamento de ações que possibilitem a participação das crianças com pessoas que sejam referência para elas, podendo ser algum familiar e, na impossibilidade destes comparecerem, outra pessoa com quem tenham vínculo. 

No ato da matrícula 
O acolhimento às famílias e aos alunos se inicia nos primeiros contatos com a escola, na forma como se conversa e se fornecem informações, como são abordados os dados da família sem ser invasivo, deixando claro que educação é um direito e não um “favor” do poder público. Assim é necessário que os funcionários da secretaria da escola também estejam preparados para atender o público de forma atenciosa e informar como a escola funciona, seus horários, início das aulas e outros esclarecimentos que se fizerem necessários.

Construção de vínculo com as famílias
É essencial neste processo que a equipe escolar discuta e decida sobre a importância de estreitar os vínculos com as famílias, obtendo informações relevantes para o trabalho na escola e para os cuidados com os alunos no dia a dia. A forma e o instrumento que utilizarão devem ser sempre avaliados e decididos pela equipe escolar e pelas famílias. A reunião com pais, que neste ano conta com o diferencial da dispensa de aula, possibilitará a organização de diferentes estratégias para conhecer melhor as famílias e trocar informações sobre os alunos.

Reunião com pais dos novos alunos da escola
Como procedimento para qualificar o início do ano letivo, algumas escolas realizam uma reunião somente com os pais dos novos alunos da escola. Esta reunião pode ser feita no ano anterior, logo após as matrículas, objetivando sanar dúvidas acerca do funcionamento escolar, divulgar o Projeto Político Pedagógico, apresentar a rotina e espaços existentes, orientar as famílias sobre a importância da preparação dos filhos para o início das aulas. As estratégias utilizadas podem ser diferenciadas: vídeos com a rotina da escola, álbuns de fotos à disposição dos pais, murais com atividades das crianças, exposição dos projetos desenvolvidos, folders e outros.

Acolhendo os alunos

Conhecer o aluno
Como vimos, acolher é parte essencial da adaptação e vários são os aspectos que precisam ser pensados para um bom acolhimento. A atenção e os cuidados, assim como a cortesia e a afetividade, principalmente com as crianças menores, são fundamentais para que os alunos se sintam seguros.A observação do professor e o diálogo com o grupo e com cada estudante estão presentes no processo de conhecer os alunos, suas características e preferências, suas experiências, as formas de ser e estar no mundo. O período de adaptação precisa favorecer o conhecimento mútuo, a interação com os colegas e os adultos.Os relatórios individuais de aprendizagem devem estar a serviço deste processo também, pois trazem as experiências anteriores vividas na escola: suas aprendizagens, seus avanços, suas superações, vistas a partir de outro olhar, em outro tempo, e que auxiliam no prosseguimento de suas vivências. É de extrema importância que os professores tenham acesso aos relatórios do ano anterior para que conheçam melhor o aluno e com isso possam planejar o trabalho pedagógico necessário à turma nova e às intervenções individuais necessárias a cada aluno.

Espaços
 Diante da concepção de acolhimento é necessário organizar da melhor forma possível o espaço físico da escola para atender às especificidades de cada turma e dos alunos individualmente. Indicamos que esta organização seja feita considerando-se alguns aspectos: que os materiais estejam ao acesso dos alunos, que haja uma boa circulação entre os espaços para favorecer a construção da autonomia, o uso ou não de mesas e a organização destas em grupos ou isoladas, conforme os objetivos a serem atingidos em cada proposta, a limpeza e manutenção dos materiais visando a saúde, segurança e integridade dos alunos.É natural a exploração dos diferentes espaços da escola pelos alunos novos, pois tudo é novidade para eles. Nesse sentido a atenção de todos os funcionários da escola é imprescindível, pois várias situações podem acontecer: alunos sem saber onde é a sua sala, exploração de jardins e partes mais afastadas e/ou perigosas, tentativas de ir embora para casa sozinho, etc. A orientação e intervenção aos novos alunos para que voltem ao seu grupo, assim como fazer com que conheçam os diferentes espaços da escola ajuda na adaptação e segurança de todas as crianças. 

Choro, Silêncio e Outras Manifestações 

ACOLHIMENTO4“O choro sempre está presente na nossa vida, sobretudo nos momentos em que não conseguimos expressar apenas em palavras ou gestos o que sentimos, mesmo quando somos adultos ou idosos. Muitas vezes no cotidiano, quando “engolimos” o choro nos sentimos muito mal e depois o choro chega sem controle” (MARANHÃO & FIGUEIREDO, Revista Avisa Lá).     

O choro é uma expressão humana e na infância ele costuma ser mais constante, pois os sentimentos muitas vezes não conseguem ser explicitados com a linguagem oral. No período de adaptação, precisamos ter um olhar atento para o choro ou quaisquer manifestações de angústia, pensando em intervenções diferenciadas para cada “tipo” de choro e para cada criança que chora, usando estratégias diferenciadas até que o choro cesse. Além de oferecer diferentes propostas de atividades, o professor também pode envolver o aluno, aconchegando-o, solicitando seu auxílio na organização de materiais, ou para ajudar os colegas.  Outras estratégias podem ser a mudança de espaço por um momento, a intervenção de outros adultos ou deixar que a criança leve para a escola algum objeto de apego. A colaboração da família é essencial, compartilhando com a escola os costumes da criança a fim de que os educadores possam pensar em procedimentos para que a criança pare de chorar.     

 Mesmo com crianças maiores e com jovens e adultos precisamos ter um olhar para o choro e angústia, estabelecendo um diálogo com o aluno e tentando ajudá-lo em suas necessidades imediatas.     

 Assim como o choro, outras manifestações de desagrado podem surgir: não alimentar-se, não ir ao banheiro, não conversar, entre outras. Todas elas necessitam de intervenções pontuais para que sejam sanadas. A escuta atenta aos alunos, além da participação da família é fundamental para decidir o que pode ser feito.IV - Avaliação        

Avaliar o processo de acolhimento e adaptação dos alunos, revendo as ações, a organização da escola como um todo e deixando indicativos para o próximo ano é imprescindível para a concretização do Projeto Político Pedagógico. A avaliação deve acontecer com a participação das famílias e equipe escolar logo ao final do período de adaptação. A articulação entre os instrumentos metodológicos: o planejamento, a observação, o registro (escrito, fotográfico ou por meio de filmagens), a reflexão e a avaliação, discutindo os vários pontos de vista e as várias experiências desse período ajudam nos encaminhamentos para os próximos anos. A escuta dos alunos e das famílias nesta avaliação é muito importante, pois eles podem ajudar a indicar para a equipe o que foi bom e o que precisa ser melhorado nesse período bem como em todo o processo educativo.

VII – Considerações Finais
Esperamos que as questões aqui abordadas possam subsidiar a reflexão da equipe escolar sobre este momento tão importante na vida dos alunos: sua entrada ou retorno à escola.     

 Para além das datas e regras estabelecidas não podemos nos esquecer dos princípios que norteiam a construção das relações humanas. Não queremos nos pautar simplesmente no mecanicismo e nas questões burocráticas, mas na humanização da educação. Essa concepção precisa ser contemplada desde os primeiros dias na escola e ao longo de todo o processo educativo.     

Assim, o acolhimento é um princípio a ser considerado em várias situações: nos atrasos na chegada e saída dos alunos, no retorno depois de um tempo afastado por viagem ou doença, um incidente ou acidente durante o período letivo, enfim em todo e qualquer momento podemos viver situações que necessitem de acolhimento e todos devemos estar preparados para realizá-lo da melhor forma, resgatando a humanização das relações na educação.



VIII - Referências bibliográficas
DIESEL, M. Adaptação Escolar, Sentimentos e Percepções do Educador Diante da Questão”. Revista do Professor, p.10, Porto Alegre, 2003
MARANHÃO, D. G.; FIGUEIREDO, V. C.; VERONEZ, J.; SANTANA, J. Jeitos de Cuidar- Que Choro é Esse? Revista Avisa Lá.
ORTIZ, C. Cuidados Compartilhados, um Planejamento para Acolher os Pais, Revista Avisa Lá, p. 9.
ORTIZ, C. Entre Adaptar-se e Ser Acolhido. Revista Avisa Lá, p. 6-7.
PPP Creche Conveniada Sonho de Criança, 2010.
PPP EMEB Carmem Tabet de Oliveira, 2010.
PPP EMEB Lourenço Filho, 2010.

domingo, janeiro 01, 2017

PROJETO FÉRIAS DIVERTIDA NA ESCOLA


Pensando nas creches que trabalham nas ferias de janeiro,segue esse Projeto que usaremos na minha escola


PROJETO FÉRIAS DIVERTIDA NA ESCOLA 

TEMA: Enquanto brinco eu aprendo e me divirto.

JUSTIFICATIVA: Cada dia mais as famílias precisam trabalhar e a tão esperada férias das crianças em janeiro, não coincidem com a dos pais, pensando nisso realizaremos atividades diferenciadas com as crianças que utilizam a nossa creche nesse mês, oferecendo dessa forma férias divertidas com os amigos e funcionários. As atividades oferecidas no “PROJETO FÉRIAS DIVERTIDAS NA ESCOLA  ” levam à criança a oportunidade de se socializar com crianças de diferentes faixas etária, ao mesmo tempo em que desenvolve atividades de pura riqueza tanto para o intelecto quanto para o corpo, podendo de esta forma desenvolver todas as suas potencialidades. Este período tem como principal objetivo promover a integração das crianças de forma prazerosa e educativa, através da exploração de diversas atividades lúdicas orientadas, incluindo músicas, brincadeiras, jogos e outros.

OBJETIVO GERAL: Proporcionar as crianças que frequentarão a creche  durante as férias, atividades prazerosas ludicamente voltadas ao seu desenvolvimento integral e entretenimento, bem como suprir as necessidades da criança e de suas famílias durante o período de ferias escolar.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
·         Promover a recreação através de brinquedos, brincadeiras, jogos, vídeos, músicas e arte;
·         Promover a socialização;
·         Desenvolver a criatividade
·         Estimular a criatividade e a imaginação;
·         Ampliar a coordenação motora ampla e fina;
·         Incentivar o gosto pela música e canto.

DESENVOLVIMENTO:
·         Brincadeiras de roda;
·         Brincadeiras ao ar livre;
·         Parque;
·         Música e interpretação;
·         História e interpretação;
·         Brincadeiras direcionadas e livres
·         Dvd desenhos e filmes infantis;
·         Parlendas;
·         Confecção de um brinquedo com sucata;
·         Massa de modelar;
·         Jogos;
·         Pintura.
·         Roda de conversa;
·         Musicalização;
·         Histórias;
·         Teatro de fantoches;
·         Desenho livre;
·         Brincadeiras de motoca;
·         Vivo – morto;
·         Qual é a música;
·         Bexiga;
·         Pintura facial;
·         Dança da cadeira;
·         Piquenique

 METODOLOGIA: Realização de brincadeiras de roda, a fim de promover a socialização entre os educandos e educadores, registrando-as; Desenvolvimento de brincadeiras no pátio explorando cantigas, jogos, brincadeiras livres; Escutar diversas músicas e cantos para após interpretá-las a partir de brincadeiras; Utilização da música e dança como expressão corporal; Contação de histórias, dramatizando-as através de fantoches. Releitura das histórias por meio de pinturas com tinta guache, desenhos, colagem, etc; Produção do autorretrato através do desenho; Utilização de parlendas, recitar;  Confecção de uma amarelinha no pátio contendo as formas geométricas, cada criança jogará o dado que possui as formas geométricas (circulo, quadrado, triângulo e retângulo), ao cair o dado a criança pulará a amarelinha até chegar a forma geométrica correspondente;   Utilização de cordas e bambolês para representar conjuntos no chão, por exemplo: a partir da história “Os três porquinhos” trabalhar o numeral  Representar quantidades de 1 à 5 nos conjuntos através de brinquedos e realizar contagens; Confecção de um brinquedo com sucata que eles levaram para casa e por fim piquenique no parquinho da escola.

AVALIAÇÃO: A avaliação será continua, observando-se a atenção, participação, socialização e interesse durante as atividades e brincadeiras propostas.













Pessoas feliz ano novo...

Pessoas feliz ano novo... 
Desejos
(Carlos Drummond de Andrade)
"Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada. Para você, desejo todas as cores desta vida. Todas as alegrias que puder sorrir. Todas as músicas que puder emocionar. Desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família esteja mais unida, que sua vida seja mais bem vivida. Gostaria de lhe desejar tantas coisas, mas nada seria suficiente... Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos. Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto, ao rumo da sua felicidade."

quarta-feira, outubro 05, 2016

ejalugarfeitopravoce: Dia a dia do professor da EJA - Vol 1 - Atividade...

ejalugarfeitopravoce: Dia a dia do professor da EJA - Vol 1 - Atividade...: ...

Dicas de organização para professores

Em primeiro lugar, parabéns a todos os professores e professoras pelo seu dia! Eu sempre quis ser professora, desde pequena. Todo mundo brincava de escolinha, mas eu fazia planejamento das aulas (oi?) e lista de presença, por exemplo. Sempre gostei da coisa toda. Comecei a fazer faculdade de História duas vezes e considerei a de Pedagogia, e só não as fiz porque minha vida profissional me levou por outros caminhos. Eu percebi que poderia ser professora sem necessariamente ter uma licenciatura, então esse é um dos meus objetivos profissionais no momento.
Muitas pessoas me solicitam dicas de organização específicas para professores e, apesar de eu ainda não dar aulas, tenho muito material guardado sobre o assunto pois, como disse, é do meu interesse. Também convivo com muitos amigos professores e testei algumas dicas minhas com eles. Se eu estivesse dando aulas hoje, essas seriam as minhas táticas para minha organizar:
  • Manter uma mesma bolsa ou sacola para usar todos os dias, com tudo o que precisa dentro (especialmente papelada). Todos os dias, ao chegar em casa, tirar dali o que não é de uso diário. Deixar arrumada para o dia seguinte.
  • Usar um caderno para anotar ideias, tarefas e qualquer outra coisa que tenha lembrado. Nada de anotar no canto do diário de classe! Tenha um caderno pequeno sempre com você, com uma caneta dentro, para essas notas ocasionais.
  • Montar um planejamento das aulas adequado à sua disciplina e à grade curricular da instituição onde leciona. Se você é professor(a) de faculdade, ter um plano para cada disciplina que leciona. Planejar cada aula.
  • Ver cada aula como um mini-projeto, onde você buscará as informações necessárias para fazer o melhor possível utilizando lousa, material disponível, indicação de livros, filmes etc. Organize o tempo de cada aula. Isso só pode ser feito com plenajamento anterior.
  • Organizar a matéria na lousa para que os alunos também se organizem. Anotar em um canto do quadro as próximas datas importantes (trabalhos, provas). Sempre escrever o título da matéria, em que aula está, data e, se estiver inspirado(a), um pequeno sumário da aula. Encare o quadro como se fosse uma apresentação de Power Point: as informações devem ser claras e sucintas, e poucas. Escreva pouco e fale mais.
  • Utilizar a agenda do Google para organizar as datas de provas e trabalhos das turmas. Se for da turma do papel, utilize uma agenda com visualização mensal ou semanal e utilize marcadores de cores diferentes.
  • Montar pastas para deixar a papelada em ordem. Você deve criar seu sistema pessoal, pois ele dependerá muito de cada lugar onde você leciona. No geral, tenha uma cor de pasta para cada instituição e uma pasta com divisórias diferente para cada turma. As divisórias podem ser divididas como corrigir, ler, copiar, entregar etc. Quando chegar na sala com a turma em questão, você não precisará ficar procurando.
  • Deixar um “kit de sobrevivência” no seu armário na sala dos professores, com itens de higiene e até maquiagem.
  • Organizar suas leituras diárias com o Google Reader, separando por categorias. Se eu fosse professora de História, por exemplo, dividiria os feeds de acordo com as épocas abordadas. Pesquise blogs sobre os assuntos de seu interesse e cadastre-os.
  • Limpar seus arquivos a cada fim de semestre e ano letivo para guardar somente o necessário. Veja o que pode ser arquivado na própria escola e digitalize o restante.
Será que tem algum(a) professor(a) lendo este blog hoje? As dicas foram úteis? Você tem mais alguma dica para compartilhar com outros colegas de profissão?

terça-feira, junho 21, 2016

Estude com resumos e questões para os Concursos

Com o objetivo de facilitar sua busca pelos materiais do concurso SEE/SP criamos uma lista repleta de materiais e dicas! Para começar organizamos o material do Cargo I  (Educador), na mesma sequencia prevista no edital! Então agora é só estabelecer seu horário de estudos e começar a se preparar!

A) Livros e Artigos

1. CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva com os Pingos nos Is. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005
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2. CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. 14. ed., São Paulo, Cortez, 2011.
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3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 43. ed., São Paulo: Paz e Terra, 2011.
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4. FREITAS, Luiz Carlos de. Eliminação Adiada: o ocaso das classes populares no interior da escola e a ocultação da (má) qualidade do ensino.Educação e Sociedade, Campinas, vol. 28. n.100 – Especial, p.965-987, out. 2007.
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* Não encontramos resumos ou mapas mentais sobre o assunto.
5. GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba de Sá; ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo de Afonso. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. Brasília: UNESCO, 2001.
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* Não encontramos resumos ou mapas mentais sobre o assunto.
6. LA TAILLE, Yves.DANTAS, Heloisa e OLIVEIRA, Marta Kohl de, Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 24. ed., São Paulo: Summus, 1992.
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7. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro.UNESCO/Cortez Editora, cap. III e IV, p. 47-78, e cp. VI, 93-104, 2000.
Livro:  logo clique
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8. RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e competência. 20. ed., São Paulo: Cortez, 2011.
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Questões: logo clique
9. SACRISTÀN, J. Gimeno; PÉREZ GOMES, A. I. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2000.x
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Resumo 03: logo clique
10. SAVIANI, Dermeval. Histórias das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas; Autores Associados, 2010.
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Dica: Neste item costumam cobrar informações sobre os grandes pensadores da educação logo clique
11. TEIXEIRA, Anísio. A escola pública universal e gratuita. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos.
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Dica de estudo complementar: logo clique

B) Publicações Institucionais

1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, MEC/SEESP, 2008.
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2. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1998.
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Resumo: logo clique
3. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio: documento de apresentação.
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* Não encontramos resumos ou mapas mentais sobre o assunto.

LEGISLAÇÃO

1. BRASIL CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL – 1988.(Artigos 5º, 6º; 205 a 214)
Lei:  logo clique
Artigo: logo clique
2. BRASIL LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA
Lei:  logo clique
Audiolivro: logo clique
Resumo: logo clique
Mapa mental: logo clique
Questões: logo clique
3. BRASIL. LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996.  Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB
Lei:  logo clique
Livro: logo clique
Resumo: logo clique
Questões : logo clique
Dica: A lei sofreu algumas alterações importantes em 2013. Por isso, é importante a leitura e observação das modificações diretamente na lei.*
4. BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004.  InstituiDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e 12 Africana (anexo o Parecer CNE/CP nº 3/2004)
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Leitura complementar : logo clique
5. BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 4, DE 13 DE JULHO DE 2010.  DefineDiretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica(anexo o Parecer CNE/CEB nº 7/2010)
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* Não encontramos resumos ou mapas mentais sobre o assunto.
6. BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (anexo o Parecer CNE/CP nº 8/2012)
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* Não encontramos resumos ou mapas mentais sobre o assunto.
7. SÃO PAULO. DECRETO Nº 55.588, DE 17 DE MARÇO DE 2010.Dispõe sobre otratamento nominal das pessoas transexuais e travestis nos órgãos públicos do Estado de São Paulo e dá providências correlatas
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* Não encontramos resumos ou mapas mentais sobre o assunto.
8. SÃO PAULO. DELIBERAÇÃO CEE Nº 9/97.  Institui, no sistema de ensino do Estado de São Paulo, o regime de progressão continuada no ensino fundamental (Indicação CEE nº 8/97 anexa)
Deliberação:  logo clique
* Não encontramos resumos ou mapas mentais sobre o assunto.
Bom, por enquanto é isto! Se localizarmos mais materiais adicionaremos a esta lista. Caso você tenha sugestões ou mais materiais que possam ser adicionados,por favor,  avise-nos! Bons estudos!