Venha,pegue o que quiser e passe adiante... Por mais que plantem o mal, prossiga semeando o bem...
A mente que mente é regador de ilusões não faz proliferar jardim...
Amigos que agente faz por ai...
sexta-feira, março 23, 2012
quinta-feira, março 22, 2012
Criança mordida em creche de São Manuel, SP, passará por psicólogo
Pais retiraram os dois filhos da escola e aguardam transferência.DDM deverá ouvir os envolvidos no caso ainda nesta semana.
A menina de um ano e quatro meses que sofreu uma série de mordidas no rosto enquanto estava em uma creche de São Manuel, SP, vai receber acompanhamento psicológico. A mãe, em entrevista ao G1, contou que a criança está assustada. "Ela acordou chorando na madrugada. Ficou se virando de um lado para outro. Também está com medo de pessoas desconhecidas”.
Um boletim de ocorrência por abandono de incapaz foi registado na Delegacia de Defesa da Mulher da cidade na terça-feira (20). A diretora e funcionários da creche devem prestar depoimentos nos próximos dias. O Conselho Tutelar de São Manuel também acompanha o caso.Em nota encaminhada na tarde de terça-feira, a prefeitura de São Manuel informou que a Diretoria Municipal de Educação lamenta o ocorrido e que prestará todo atendimento necessário à menina agredida, bem como orientar os pais e funcionários sobre as ações das crianças.
Nesta quarta-feira, o G1 tentou conversar por telefone com o Secretário de Educação do município, Arnaldo Giannini Santalucia, mas ele não foi localizado.
Entenda o caso
A mãe da menina conta que foi chamada na creche na segunda-feira (19) à tarde pela diretora do local. Quando chegou na creche, a filha estava com várias mordidas do dois lados do rosto. A diretora contou que uma outra criança, da mesma turma, teria machucado a menina. Segundo a mãe, essa foi a terceira vez que a filha foi mordida.
Ela decidiu então procurar a polícia, já que suspeita que as crianças ficaram muito tempo sozinhas pela quantidade de mordidas que a filha recebeu no rosto. A mãe também decidiu tirar da creche a menina e o filho mais velho, de 3 anos.
Por enquanto, a menina que levou as mordidas está na casa da sogra da mãe no horário do trabalho dela. Já o menino fica com a avó materna.
quarta-feira, março 21, 2012
terça-feira, março 20, 2012
ALUNO AGRIDE PROFESSORA DEPOISDE SER REPREENDIDO EM BAURU
Aluno agride professora depois de ser repreendido em Bauru, SP
O adolescente deu socos e chutes na vítima.
Quatro alunos também foram parar na delegacia por ameaçar colegas.
Duas ocorrências envolvendo alunos em escolas estaduais foram registradas nesta segunda-feira (19) na região Sudeste de Bauru, no interior de São Paulo.
Na primeira, na Escola Franciso Alves Brisola, um aluno de dezessete anos agrediu um professor após ser repreendido por estar fora da sala de aula. O adolescente deu socos e chutes na vítima.
O jovem precisou ser contido por outras duas professoras que estavam no local. Ainda durante a confusão, ele chutou uma porta e quebrou uma cadeira.
Arma de brinquedo
Mais tarde, na Escola Estadual Luis Zuiani, quatro alunos entre 13 e 14 anos foram parar na delegacia após serem surpreendidos por duas inspetoras ameaçando colegas com uma pistola de brinquedo. Os estudantes foram ouvidos e liberados no DP, na presença dos pais, e o simulacro de arma foi apreendido.
SECOM / SP
Informações do G1 - SP
ALUNO DO RS É AGREDIDO NA SAÍDA DA ESCOLA POR SER GAY
“Às vezes eu sinto que ninguém gosta de mim e que a única solução é me matar”. Essa frase é de um garoto de 15 anos que teria sido vítima de bullying homofóbico na Escola Estadual Onofre Pires, na cidade de Santo Ângelo, Rio Grande do Sul.
De acordo com o relato do jovem, um colega de sala o atingiu com socos e pontapés na saída do colégio, na última terça-feira (13). Estudando há apenas um mês na escola, ele afirmou que desde o início das aulas vinha sofrendo ofensas verbais da maioria da turma.
No dia em que apanhou do colega, o menino disse ter pedido para ficar até mais tarde na escola uma vez que o agressor já teria feito ameaças durante o período de aula. No entanto, ainda segundo ele, seu pedido não foi atendido. Na saída da aula, ele foi agredido.
Em uma aula de geografia, uma aluna trouxe um ursinho de pelucia para a sala de aula e alguns alunos começaram a simular sexo oral e anal e me chamar de viadinho. Quando a professora foi perguntada por que não fazia nada ela só me disse: a aula é uma democracia. Continuou a dar aula como se nada tivesse acontecendo
Boca no trombone
Após a agressão, o menino encaminhou um e-mail à ABGLT (Associação de Brasileira de Lésbicas, Gays , Bissexuais, Travestis e Transexuais). A ONG orientou o jovem quanto aos direitos. O texto desesperado do e-mail, do qual foi retirado a frase que abre o texto, ganhou repercussão na internet.
O caso foi levado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente. A delegada-titular, Elaine Maria da Silva, informou que o agressor responderá por lesão corporal e injúria. O prazo para a conclusão das investigações é de 30 dias, seguindo para o Ministério Público. O suposto agressor, caso seja responsabilizado, deverá cumprir medida sócio-educativa.
Os pais da vítima decidiram transferir o adolescente para uma escola particular. “Estou com muito medo e assutado. Meus próprios colegas me ameaçaram na rua. Tenho medo do que meus colegas vão fazer pra me difamar. Às vezes eu penso que o mundo é um lugar horrível e que eu só quero sair dele sem sofrer nas mãos de mais ninguém”, declarou o menino.
Outro lado
O coordenador da 14ª CRE (Coordenadoria Regional de Educação), Adelino Jacó Seibt, lamentou o ocorrido. Ele acredita que os professores podem não ter levado a sério a orientação sexual do adolescente. Para Seibt, o bullying poderia ter sido evitado se o jovem tivesse declarado a homossexualidade para a direção da escola.
“Por ele ser aluno novo na escola, o bullying pode ter acontecido pelo fato de os professores levarem na brincadeira quando ele contou ser homossexual. A direção nos colocou que em momento algum a escola foi alertada quanto à “opção dele”, porque senão a escola poderia ter tomado alguma providência . Ao que parece, ele já tinha sofrido bullying na escola anterior. Se os pais tivessem colocado a escola a par disso não chegaria a esse ponto. Os professores podem ter achado que era uma brincadeira o fato de ele ser gay. Eles só acreditaram no dia da agressão”, disse.
Ele afirmou ainda que o aluno agressor foi suspenso por três dias. Seibt admite que faltaram ações pedagógicas para evitar o caso da Escola Estadual Onofre Pires, mas afirmou trabalhar para que novos casos de violência não venham a acontecer.
O coodenador do Comitê de Prevenção à Violência da Secretaria Estadual de Educação, Alejándro Jélves, solicitou reunião, que acontece hoje à tarde com Seibt na sede da CRE, para obter maiores informações sobre o caso.
Omissão dos professores
Segundo relatos do jovem, ele já sofria perseguição e as agressões verbais. Segundo ele, os professores tinham conhecimento do fato, mas nada fizeram para impedir o bullying. A vítima relata que o bullying ficou ainda maior há 15 dias, quando a professora de história pediu que cada um dos novos estudantes se apresentasse e ele afirmou ser gay.
“Alguns alunos ficaram paralisados com a minha declaração, outros três ficaram balançando a cabeça, fazendo o sinal de negativo. Algumas colegas até ficaram sem jeito, mas fizeram algumas perguntas para mim, mas na hora não vi malícia, apenas achei que era curiosidade. Perguntaram se eu não era novo demais parar fazer essa opção, como se isso fosse uma opção, também perguntaram em um tom de deboche se eu já tinha ido à parada gay e com que fantasia eu fui. Depois a professora comentou que a intenção era com que os alunos contassem sua historia e não fazer um debate em sala de aula sobre sexualidade em plena aula de história”, contou.
A partir daí, o jovem conta que foi isolado pela turma. Era tratado ou com desprezo ou com humilhações. Os alunos, disse ele, o atacavam com todo o tipo de atitudes homofóbicas, incluindo gestos obscenos. O adolescente conta que procurou a ajuda de uma professora, que disse nada poder fazer. Mesmo assustado, preferiu não levar o assunto aos pais, para não preocupá-los.
No última terça-feira (13), o garoto foi agredido fisicamente por um colega da escola: “Ele fez que ia tirar uma faca do bolso e eu peguei uma lápis da minha mochila para me defender. Me deu uma rasteira e me derrubou no chão. Quebrou meu lápis, me segurou e começou a me chutar e a me dar socos. Metade da turma viu e ninguém fez nada. Isso foi à tarde e no centro. Muita gente viu e saiu do comércio para me ajudar e para separar. A diretora estava chegando, viu eu apanhando e me ajudou. Ela e outras professoras do turno da tarde viram e me ajudaram, e me levaram para delegacia para eu fazer B.O [Boletim de Ocorrência]”, disse.
As informações são do site Uol/Educação - Rio de Janeiro
SECOM/CPP
segunda-feira, março 19, 2012
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