Venha,pegue o que quiser e passe adiante... Por mais que plantem o mal, prossiga semeando o bem...
A mente que mente é regador de ilusões não faz proliferar jardim...
Amigos que agente faz por ai...
quinta-feira, fevereiro 07, 2013
terça-feira, fevereiro 05, 2013
Educar é um ato de amor...
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Dedico àqueles que acham que o papel da Escola é só o de ensinar.
Para quem acha que Família educa, Escola Ensina.
Terminada a última guerra mundial foi encontrada, num campo de concentração nazista, a seguinte mensagem dirigida aos professores:
"Prezado Professor, Sou sobrevivente de um campo de concentração. Meus olhos viram o que nenhum homem deveria ver. Câmaras de gás construídas por engenheiros formados. Crianças envenenadas por médicos diplomados. Recém-nascidos mortos por enfermeiras treinadas. Mulheres e bebês fuzilados e queimados por graduados de colégios e universidades. Assim, tenho minhas suspeitas sobre a Educação. Meu pedido é: ajude seus alunos a tornarem-se humanos. Seus esforços nunca deverão produzir monstros treinados ou psicopatas hábeis. Ler, escrever e aritmética só são importantes Para fazer nossas crianças mais humanas."
http://almadeeducador.blogspot.com.br/
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Atribuição de aulas ou sessões de tortura e assédio?
Diretorias de Ensino seguem à risca política do governo “fora-da-lei” tucano de maltratar e humilhar professores no processo de atribuição de aulas, em que professores foram vítimas do fechamento de milhares de salas de aulas e do descumprimento da lei 11.738 que determina a redução da jornada
Encerra-se nesta semana – já depois de iniciado o ano letivo - a primeira fase do processo de atribuição de aulas para 2013, para os mais de 200 mil professores da rede estadual paulista.
A categoria reivindicar há anos que o processo seja feito no final do ano anterior, permitindo uma melhor organização da rede e dando mais segurança aos professores antes do inicio do ano letivo. A Secretaria de Educação do PSDB, no entanto, – mais uma vez – insistiu em realizar o processo apenas no começo do ano, estendendo-o até para além do início do no letivo. Assim, além da falta de professores já comum em algumas disciplinas, como Física e Matemática (por conta dos salários pagos pelo Estado), o governo consegue deixar milhões de alunos sem aulas por diversos dias ou semanas, por conta da desorganização que ele mesmo provoca na rede.
Uma operação premeditada
Fosse uma greve dos professores a venal imprensa burguesa faria de imediato uma ampla campanha sobre “crime” dos professores de deixarem os alunos sem aula, mas como se trata da política oficial do governo tucano, não há qualquer denuncia sobre este e outros absurdos que têm como objetivo aprofundar o caos na escola pública, para favorecer o ensino privado e economizar recursos da Educação para distribuir entre os grupos capitalistas (incluindo a imprensa burguesa) e suas máfias: milhares de professores contratos após o início do ano letivo são condenados todos os anos (como se fossem escravos) a receberem seus vencimentos apenas três ou quatro meses após terem começado a trabalhar.
Além de passar pelo tortuoso sistema de atribuição, no qual dezenas de milhares ficam sem aulas (apesar de faltar professores em milhares de escolas), os professores precisam (na maioria dos casos) depois de terem aulas atribuídas passar por perícias médicas, estendo o prazo para que entrem em efetivo exercício e supram parte da falta de docentes na rede.
Todo este processo se fez em total ilegalidade, uma vez que o governo tucano – pelo quinto ano consecutivo – se recusa a cumprir a Lei 11.738/2008 que determina que a jornada dos professores deve ser composta no máximo por 2/3 de atividades em salas de aula, com um mínimo, portanto de 1/3 de atividades extraclasses (destinadas a reuniões pedagógicas, planejamento de aulas, correção de atividades etc.).
No caso da jornada máxima (por cargo) de 40 horas/aulas, cada professor deveria ter atribuídas até 26 aulas. No entanto – amparados em manobras judiciais da Justiça dominada pela direita tucana e assemelhados – os peessedebistas continuam a impor que o professor trabalhe até 32 hora/aula em sala de aula, em cada cargo, para receber o mais baixo salário entre as categorias de nível superior do País.
“Tortura” nas DE’s
Apesar de toda a tecnologia que permitiria que o processo fosse feito de forma rápida e eficiente, o mesmo continua sendo feito de forma medieval nas Diretorias de Ensino onde chovem as denuncias de maus tratos dos professores por parte da burocracia encarregada do processo: os dirigentes de ensino (elementos de confiança da máfia tucana) e as equipes de supervisão (chamados pelos docentes de “supervidão”), os quais – a cada ano -, na grande maioria dos casos, se esmera em dispensar aos professores um verdadeiro “tratamento de cachorro” (que obviamente não seria digno dispensar nem mesmo aos “melhores amigos do homem”).
Como em todos os anos, esses senhores que são encarregados de cobrar burocraticamente dos professores os resultados pretendidos pelo Estado (em resumo, que os números sejam positivos, mesmo que os alunos saibam cada vez menos por conta da política oficial de destruição do ensino público), não se cansam de tratar os professores com desdém, de realizar as atribuições de forma irregular (como, por exemplo, não deixando que as atribuições sejam públicas e com listas de classificação acessíveis a todos os interessados para que todos acompanhem o seu desenrolar).
Não são poucos os casos de professoras grávidas e doentes que são submetidos a longas horas de espera, sem a menor condição devida e, muitos professores ficam temerosos de reclamarem diante da ameaça de retaliação. As dúvidas dos docentes neste momento decisivo (define na maioria dos casos as locais e outras condições de trabalho para todo o ano) não são resolvidas e as atribuições, feitas com graves erros, que provocam inúmeros prejuízos para os professores, se multiplicam.
Enquanto em poucas Diretorias de Ensino (DE’s) procuram mascaram toda esta operação de ataque contra os professores e o ensino público com um festival de demagogia no processo de atribuição, cinicamente fazendo uma falsa propaganda da importância real (nenhuma) que o Estado dá aos professores (procurando assim evitar atritos adicionais e se chocar com a justa revolta da categoria), a maioria delas parecem participar de um verdadeiro campeonato de maltratar os professores.
Além dos abusos do descumprimento da Lei e das normas antieducacionais emanadas do governo (via SEE), a maioria das DE’s faz questão de se esmerar em tratar mal aos professores. Houvesse um serviço de reclamações organizado para o processo (o que caberia primeiramente ao Sindicato), possivelmente o número de reclamações superaria aos dos péssimos serviços prestados por monopólios como os bancos e as empresas de telefonia.
Na Capital, Grande São Paulo e Interior, são milhares os casos de abusos de autoridade, atendimento desrespeitosos, falta de zelo e presteza no trato de que deve ser dispensado por estes “funcionários públicos” aos professores. Dentre as DE’s com maior número de reclamações (recebidas pela corrente Educadores em Luta e publicadas na internet), destacam-se as da Zona Sul, Centro Sul e Norte da Capital; as de Franco da Rocha e Santo André, na Grande São Paulo e Piracicaba e Campinas, no interior Paulista (apuração parcial, pois o macabro festival continua)
Denunciar e mobilizar contra os “fora-dalei”
A transgressão da Lei e os abusos contra a categoria por parte do governo é a fonte de estimulo à esta situação, que nem de longe são obra do acaso. Trata-se de uma política premeditada da parte do governo que a cada ano adota um crescente número de medidas de ataque aos professores e destruição do ensino público: fechamento de salas, descumprimento da Lei, arrocho salarial, caos na atribuição, manutenção da “aprovação automática”, aumento da municipalização etc. etc.
Todo este ataque se dá com uma paralisia total da parte da burocracia que dirige o Sindicato da categoria, APEOESP, que não organizou qualquer campanha contra este massacre, na maioria das DE’s sequer compareceu e quando se fez presente foi apenas para cumprir com a formalidade de anos anteriores de orientar os professores a fazer recursos (petições) que em sua maioria não produzem nenhum resultado.
Frente a esta situação chamamos os professores a intensificar as denuncias e a nos organizarmos para reagirmos coletivamente a esta situação, em cada escola, em cada região onde os estas violações aos direitos dos professores se manifestem, o que só pode ser feito por meio da organização independente da categoria por fora da política de colaboração com o governo da burocracia sindical.
Entre em contato (e-mail: educadoresemluta.pco@ gmail.com, no face:https://www.facebook.com/groups/educadoresemluta/) e vamos impulsionar uma ampla campanha de denuncias contra esta situação e pelas reivindicações da categoria, tais como: imediata redução da jornada (1/3 de jornada extraclasse já!); estabilidade no emprego para todos os professores; fim da ditadura contra os professores nas De’s e escolas e reposição das perdas salariais.
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
Filosofia para crianças
Bibliografia Recomendada aos Professores de Filosofia para Crianças
Caros leitores, de acordo com muitos pedidos por sugestões de materiais didáticos, principalmente dos professores de filosofia no Brasil, é que indicamos alguns livros como base para aulas.
No Ensino Médio, tem-se usado muito o livro de:
SÁTIRO, Angélica e WUENSCH, Ana M. Pensando Melhor - Iniciação ao Filosofar. - São Paulo: Saraiva, 1997.
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. 6ª ed. São Paulo: Ed. Ática, 1997.
Silvio Gallo - Walter Omar Kohan : Filosofia No Ensino Medio, V.6
Silvio Wonsovicz, Programa Educar para o pensar: Filosofia com crianças, adolescentes e jovens. 3º volume.
Para o Ensino Fundamental, geralmente trabalha-se:
Novelas filosóficas e manuais para o professor, elaborados por Mattew Lipman.
Existe um material sendo preparado pela editora Sophos, para 2009:
COLEÇÃO FILOSOFIA O INÍCIO DE UMA MUDANÇA,
COLEÇÃO NOVO ESPAÇO FILOSÓFICO CRIATIVO,
COLEÇÃO DE EDUCADOR PARA EDUCADOR,
COLEÇÃO FILOSOFIA FUNDAMENTAL,
COLEÇÃO PAIS & FILHOS: COMPANHEIROS REFLEXIVOS E
COLEÇÃO PARADIDÁTICOS FILOSÓFICOS.
Sabemos do esforço de alguns professores para produzir seus próprios materiais didáticos; por isso, a pesquisa sobre a cultura local tem sido fundamental no desenvolvimento de produções que atendam as necessidades específicas de cada região do Brasil, conforme as diversidades.
Vejamos outras referências bibliográficas que servem de apoio teórico-didático:
AIUB, Mônica. Filosofia Clínica e Educação. Editora Wak.
BÜTTNER, Peter. Mutação no Educar: uma questão de sobrevivência e da vida plena - o óbvio não compreendido. Cuiabá. EdUFMT, 1999.
BRUNER, Jerome S. Child?s Talk, Nova Iorque: Norton, 1983.
FELTRIN, Antônio Efro. Inclusão Social na Escola: Quando a pedagogia se encontra com a diferença. São Paulo: Paulinas, 2004.
FERNANDES, Raquel Martins. Comunidade de investigação Filosófica no Ensino Superior - teoria e prática. / Orientador Dr Peter Büttner Cuiabá: UFMT/I E, 2003.
GARDNER, Susan. Investigação não é uma mera conversa. In: A Filosofia e o Incentivo à Investigação Filosófica. Coleção Pensar - vol. IV - São Paulo: Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças, 1997.
GAZZARD, Ann. A Filosofia para crianças e a disciplina de filosofia. In: A Filosofia e o Incentivo à Investigação Filosófica. Coleção Pensar - vol. IV - São Paulo: Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças, 1997.
SÁTIRO, Angélica. Com diálogos, relatos e reflexões. - Belo Horizonte: Cultura, 1998.
MANDEL, Sylvia J. Hamburger e SANTANA, Isabel Cristina; Comunidade de Investigação e a Pré-Escola. A Comunidade de Investigação e a Educação para o Pensar. Coleção Pensar - vol. II - São Paulo: Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças, 1996.
LIPMAN, Mattew. O Pensar na Educação; trad.: Ann Mary Fighiera Perpétuo. - Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.
_______________. A filosofia vai à escola; trad.: Maria
Elice de Brzezinski Prestes e Lucia Maria Silva Kremer. - São Paulo: Summus, 1990.
_______________. A Filosofia e o desenvolvimento do raciocínio. In: A Comunidade de Investigação e o Raciocínio Crítico. Coleção Pensar - vol.I - São Paulo: Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças, 1995.
_______________. Natasha, diálogos vygotskianos. Trad.: Lólio Lourenço de Oliveira - Porto Alegre: Nova Alexandria, 1997.
______________; SHARP, Ann Margaret e OSCANYAN, Frederick S. A filosofia na sala de aula, trad.: Ana Luiza Fernandes Falcone - São Paulo: Nova Alexandria, 1994.
LIPMAN. Alguns pressupostos filosóficos de filosofia para crianças. In: KOHAN, Walter Omar (org). Filosofia para crianças. - Petrópolis, RJ: Vozes, 1999, v. IV, pp 73-76.
OBIOLS, Guillermo. Uma introdução ao ensino da Filosofia. Rio Grande do Sul: UNIJUÍ, 2002.
SHARP, Ann M. Algumas pressuposições da noção "Comunidade de Investigação", In: A Comunidade de Investigação e o Raciocínio Crítico. Coleção Pensar - vol.I - São Paulo: Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças, 1995.
KOHAN, Walter Omar (org). Filosofia para crianças. - Petrópolis, RJ: Vozes, 1998, 6 v.
KOHAN, Walter Omar; CERLETTI, Alejandro. A Filosofia no Ensino Médio. Trad. Norma Guimarães Azeredo - Brasília: UnB, 1999.
KOHAN, Walter Omar; WAKSMAN, Vera (org). ?Qué es filosofia para niños?: Ideas y propustas para pensar la educación - Buenos Aires: UBA, 1997.
VIGOTSKY, L. - A formação social da mente. SP, Martins Fontes, 1987
VIGOTSKY, L. - Pensamento e linguagem. SP, Martins Fontes, 1988.
VIGOTSKY, Leontiev, Luria. - Psicologia e Pedagogia. Lisboa, Estampa, 1977.
VIGOTSKY, Leontiev, Luria. - Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. SP, Icone, 1988.
http://www.filosofia.com.br/vi_criancas.php?id=11
Volta às aulas
Atividades para integrar, estabelecer regras de convivência, ressaltar o valor da amizade, valorizar a cooperação, o respeito e a ética no cotidiano escolar
Por Juliana Lambert
Objetivos:
★ Promover a integração e adaptação dos alunos★Estabelecer regras que deverão ser seguidas ao longo do ano letivo★Resgatar valores importantes, como respeito e solidariedade★Abordar a ética no cotidiano escolar★Reforçar a importância da cooperação e da amizade
Faixa etária:1º a 5º ano
Os primeiro dia de aula tem um significado especial para educadores, alunos e pais. Não é apenas mais um ano letivo que se inicia, mas a oportunidade de rever os amigos, conhecer novos colegas, compartilhar experiências, resgatar valores e estabelecer regras de boa convivência. Acolher bem é essencial para conquistar a confiança dos pequenos. "Receba os alunos calorosamente, de preferência fora da sala de aula, no portão de entrada, no pátio ou em alguma área livre. Converse um pouco com cada um e convide os pais para conhecer a sala de aula", sugere Débora Cristina Pinheiro da Silva, coordenadora pedagógica do Colégio Escrevivendo, de São Paulo (SP).
Cada atividade deve ser planejada com antecedência e visar não só a integração, mas a adaptação e o resgate de valores. "Prepare o ambiente com materiais pedagógicos, organize uma roda para que todos possam se olhar e sugira brincadeiras de socialização. Ressalte o valor do reencontro por meio de histórias que abordem a amizade", recomenda Maria Beatriz Ortiz Solera, coordenadora pedagógica e educacional do Colégio Augusto Laranja, da capital paulista.
Enquanto o pessoal se "enturma", o professor pode mencionar a importância do respeito e da cooperação. "Não é aconselhável impor as regras, o melhor é explicá-las. Seja claro e objetivo para que todos entendam, lembrem e cumpram ao longo do ano", alerta Débora.
De acordo com Vanessa Santos, coordenadora pedagógica do Colégio Novo Alicerce, de São Paulo (SP), o educador deve ser o exemplo. "Nesta faixa etária, as crianças aprendem mais por observação. O professor deve estar atento a sua postura em sala de aula e rever atitudes que, aos olhos de uma criança, podem parecer injustiça, protecionismo, caracterizar falta de respeito e de ética", comenta.
Em 2011, o Colégio Alfa Centro de Educação Moderna Bilíngue, do Rio de Janeiro (RJ), iniciou o seu trabalho de integração na última semana de janeiro. A tarde feliz proporcionou banhos de piscina, recreação, sessões de filmes e lanches.
"A ideia é que as crianças tenham referências em suas turmas e não se sintam perdidas no primeiro dia de aula", explica a supervisora pedagógica Maria Aparecida Jatobá, para quem é preciso trabalhar valores como justiça, respeito e solidariedade desde o primeiro dia de aula.
Primeiro dia de aula
Essas atividades foram preparadas pelo Colégio Augusto Laranja e visam reforçar a integração:
Vamos brincar de massinha? (1º e 2º ano)
1. Divida os alunos em duplas e distribua massas de modelar.
2. Peça que criem objetos que serão usados ao longo do ano. Exemplo: lápis, caneta, caderno.
3. Promova a apresentação dos trabalhos e a troca de ideias.
Troca de presentes (1º ao 3º ano)
1. Distribua papel, lápis de cor e canetinhas aos alunos.
2. Solicite que façam um desenho para retratar a importância da amizade.
3. Explique que cada desenho se transformará em um presente para o colega que acabou de conhecer.
4. Promova a troca de desenhos e aborde a importância de fazer novas amizades.
Pintura coletiva (4º e 5º ano)
1. Providencie tintas atóxicas, pincéis, rolinhos e papel de parede branco.
2. Reserve um espaço na sala ou no pátio para aplicar o papel de parede.
3.Sugira a pintura coletiva do painel de acordo com um tema. Exemplo: O que esperam de 2011?
Reforçando a amizade
Confira as atividades do Colégio Novo Alicerce para reforçar a amizade:
Dinâmica do pirulito (3º e 4º ano)
1. Providencie pirulitos em número suficiente para os alunos.
2. Peça que segurem o doce com a mão direita e mantenham o braço esticado.
3. Sinalize para que abram o pirulito, mas alerte que não será permitido mover o braço direito.
4.Após diversas tentativas, mostre que só é possível abrir com a ajuda do colega e que ele também terá que fazer o mesmo para ajudar o outro.
Dica esperta!
Essa atividade poderá ser retomada ao longo do ano letivo, de forma que os alunos possam verificar se alcançaram seus sonhos para 2011.
Autorretrato (4º e 5º ano)
1. Distribua para cada aluno uma bexiga e peça que encham.
2. Em seguida, entregue canetinhas coloridas e solicite que cada um desenhe o seu rosto na bexiga.
3. Após concluir o desenho, os alunos deverão jogar a bexiga para cima.
4. Dê um sinal para que cada aluno pegue no ar a bexiga de um colega.
5. Faça uma roda e solicite que cada aluno adivinhe de quem é o autorretrato.
6. Caso não acerte, o aluno que desenhou deverá se apresentar, falar seu nome e dar um abraço no colega.
7. Dê continuidade até que todos se apresentem.
Convivência
Acompanhe as atividades do Colégio Escrevivendo para diferenciar a ordem e o caos, valorizar a cooperação e compartilhar sonhos.
Árvore dos sonhos (1º ao 5º ano)
1. Em um papel pardo ou cartolina represente uma árvore. Você poderá afixála em um painel em sala de aula ou no pátio.
2. Na parte superior da árvore, escreva uma pergunta. Exemplo: Como você gostaria que fosse 2011?
3. Distribua um papel com o molde de uma folha de árvore.
4. Peça para que escrevam o que esperam de melhor para o ano letivo. Exemplos: amizades sinceras, boas notas etc.
5. As crianças deverão afixar suas folhas com os desejos na árvore.
Dica esperta!
A árvore pode ganhar uma versão de mapa e envolver mais turmas. Basta afixar no pátio e sugerir a construção de bonequinhos, que ficarão localizados em diferentes pontos do mapa, formando uma grande corrente.
Da ordem ao caos (4º e 5º ano)
1. Combine com a turma que, quando você bater palmas, todos deverão parar imediatamente as atividades solicitadas.
2. Peça que cantem ao mesmo tempo uma música para o companheiro ao lado.
3. Bata palmas e sugira nova atividade: que todos cantem ao mesmo tempo uma música para o grupo.
4. Bata palmas novamente e escolha um aluno para cantar para a classe.
5. Mostre para as crianças as diferenças entre a ordem e o caos. Enquanto todos cantavam ao mesmo tempo, ninguém se entendia e a situação gerou desconforto. Já quando apenas um aluno cantou e os demais pararam para escutar, a ordem foi estabelecida.
Dica esperta!
Levante outras situações nas quais a ordem é essencial e estabeleça com os alunos as regras de convivência. Explique que quando desrespeitamos o próximo deixamos a organização de lado e estamos perto do caos.
Respeito ao próximo
Essa atividade é feita no Colégio Novo Alicerce e sugere que professores e alunos construam juntos um contrato pedagógico para estabelecer regras de convivência
Contrato pedagógico
1. Reúna a turma e questione sobre boa convivência, respeito, expectativas para o ano letivo etc.
2. Estimule a reflexão e a troca de ideias. A partir das respostas, construa um contrato, que será revisto e reestruturado semanalmente ou sempre que houver necessidade.
Da Educação Infantil para o Ensino Fundamental
De acordo com a coordenadora pedagógica do Colégio Novo Alicerce, Vanessa Santos, a adaptação do aluno no Ensino Fundamental deve ocorrer gradativamente, e o professor deve acompanhar o processo e respeitar cada fase da criança. "Promovemos situações de aprendizagem muito mais próximas da realidade da série final da Educação Infantil do que do Ensino Fundamental. Não podemos esquecer que os alunos ainda têm 6 anos e que além de conteúdos pedagógicos, o lúdico é de extrema importância. O 1º ano nada mais é do que uma fase de transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental e deve ser realizada com muito cuidado e segurança", comenta.
Crachá
Materiais:
★Tampas de lata ou vidro
★ Marcador permanente
★ Miçangas
★ Cola quente
★ Alfinete grande
★ 1 pedaço de manta acrílica ou espuma
1. Cole a manta acrílica na parte de trás da tampa.
2. Cole o alfinete na manta. Enfeite com miçangas e escreva o nome do aluno com o marcador permanente.
Casinha com mensagem de boas vindas
Materiais:
★Papel cartão branco pintado de amarelo brilhante
★ Papel cartão branco pintado de vermelho brilhante
★ 1 pedaço de fita
★ 1 pedaço de papel color set ou cartolina colorida
★ Cola branca
★ Tesoura
1. Recorte os papéis cartão de acordo com o molde. Monte a casinha.
2. Coloque o cartão de boas vindas dentro da casinha. Cole o telhado e amarre a fita na porta.
★ Junto com o cartão de boas vindas, você pode colar um bonequinho ou bichinho para enfeitar a casinha.
★ A casa pode ser usada durante todo o ano para colocar mensagem dos deveres e regulamento para os alunos.
http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/82/imprime208937.asp
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