Espaço Educar
Venha,pegue o que quiser e passe adiante... Por mais que plantem o mal, prossiga semeando o bem...
A mente que mente é regador de ilusões não faz proliferar jardim...
Amigos que agente faz por ai...
sábado, março 10, 2012
quinta-feira, março 08, 2012
A FRAUDE CHEGOU AO PROFESSOR |
Indignada, decepcionada e revoltada leio a notícia dando conta de que professores da rede pública dão aulas com diplomas falsos em São Paulo. Considerando que o professor é o cidadão que tem o papel de educar, ensinar, formar caráter e conscientizar os alunos de seus direitos e deveres, qual a moral que uma pessoa que falsifica documento tem para enfrentar uma classe de adolescentes e ou crianças e passar conceitos que servirão para a vida toda, quando ela mesma não pratica o que prega? Em que mãos os pais e o governo estão entregando seus filhos? Por culpa do MEC que também não fiscaliza as universidades, das secretarias de Educação que no desespero contratam qualquer pessoa para os alunos não ficarem sem aulas, estamos incorrendo no grande erro que é colocar um professor farsante para nossas crianças. O resultado tem sido o que vemos nas escolas, pessoas despreparadas, sem compromisso com o ato de ensinar, que estão ali apenas porque recebem salário. Está aí a comprovação: um salário de fome que não atrai pessoas competentes e envolvidas com a educação, atrai falsários para um espaço onde não há lugares para amadores e incompetentes. Vender uma educação de qualidade está cada vez mais difícil para o governo de São Paulo, que bastaria fazer uma visita em algumas escolas e tentar um diálogo com os professores que estão nas salas de aula. Saiam de seus gabinetes e visitem in loco o que ocorre nas escolas. Então verão que a marginalidade, as drogas e a violência que tomaram conta das escolas tem explicação. Não sejamos ingênuos e hipócritas, se em SP o quadro é esse podemos imaginar no resto do país. Basta o Ministério Público investigar a fundo e verá que há muitos caciques para poucos índios. Assim de denúncia em denúncia, as escolas públicas vão se tornando lugares onde as crianças menos desejam estar. Por culpa de quem? Dos poderes públicos, dos pais e da sociedade que não se mobiliza para exigir educação de qualidade. Fica tudo no papel e na discussão subjetiva. O ensino só vai melhorar no dia em que o discurso virar prática. Mas a quem mesmo interessa escolas boas, alunos que aprendam e cidadãos conscientes de suas obrigações? Voltamos ao surrado ditado, o professor finge que ensina, o aluno finge que aprende e o governo finge que paga. Pelo que se nota, aqueles que cansaram de fingir passaram a agir, vou fraudar porque preciso de dinheiro. Muito diferente do que vemos no Congresso Nacional, nas Assembleias Legislativas, nas Câmaras Municipais, no Executivo e Judiciário cujos piores exemplos são mostrados diariamente? O que escandaliza é constatar que até o professor foi cooptado a fraudar. Chegamos ao fundo do poço. Como disse Rui Barbosa; "Há tanto burro mandando em gente de inteligência que às vezes fico pensando que a burrice é uma ciência". Ponto de Vista de Izabel Avallone S. Paulo - SPSECOM / CPP |
quarta-feira, março 07, 2012
terça-feira, março 06, 2012
MANTIDA INDENIZAÇÃO A PROFESSOR POR FALSA ACUSAÇÃO DE ABUSO
A 5ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão que concedeu indenização por danos morais a um professor acusado de abusar de uma aluna.
O autor, professor de escola municipal há 35 anos, foi acusado de abusar de uma aluna, ao supostamente passar a mão em suas nádegas. Apesar de o processo criminal instaurado concluir pela sua absolvição, afirmou que foi exposto a muita humilhação e vexame pelos fatos inventados pela aluna e, posteriormente, confirmados por sua mãe. Disse ainda que, insatisfeita com a conclusão do processo, a ré, apoiada por sua mãe, passou a ofendê-lo verbalmente enquanto ministrava aulas e tal fato lhe causou dor moral.
A decisão da 1ª Vara Cível de Botucatu julgou a ação procedente e condenou a ré a pagar a indenização de R$ 7 mil.
De acordo com o texto da sentença, “é inegável que o sofrimento de agressões verbais no ambiente de trabalho, de forma injustificada, perante colegas e alunos, acarreta danos morais. Além de ser presumido o dano moral, na presente hipótese, há prova de sua efetiva ocorrência”.
O autor apelou da decisão pedindo a condenação solidária dos pais da menor e o aumento da indenização estipulada. A ré também recorreu da decisão alegando ilegitimidade passiva.
O relator do processo, desembargador James Siano, afastou a preliminar de ilegitimidade passiva, ao entender que apenas a ré é parte no processo. “O autor na formulação da parte passiva da ação não inseriu os pais da menor como responsáveis pela demanda, apenas como responsáveis pela menor. Tanto isso é verdade que o autor em seu pedido requereu a condenação da requerida e não de seus pais deixando-os excluídos da lide. Vale ressaltar ainda, que o Código Civil prevê a responsabilidade subsidiária ou secundária dos incapazes e não solidária, como pretendido, uma vez que estes responderão apenas, pelos danos que porventura causarem”, disse.
Ainda de acordo com o magistrado, a indenização arbitrada em R$ 7 mil foi feita com razoabilidade. Os desembargadores Moreira Viegas e Christine Santini também integraram a turma julgadora e acompanharam o relator, rejeitando a preliminar de ilegitimidade da parte e, no mérito, negando provimento aos recursos.
Apelação nº 0015572-41.2009.8.26.0079
Comunicação Social TJSP – AG (texto) / AC (foto ilustrativa)
domingo, março 04, 2012
ARTES - MANUAIS E TÉCNICAS DE PINTURA PARA EDUCADORES - CONFIRAM!
ESTE DEMOROU UM POUCO PARA ABRIR:
TÉCNICAS DE PINTURA PARA EDUCADORES
Professora: valeria Morgana ...MUITO OBRIGADA
PLANOS DE CURSO EDUCAÇÃO INFANTIL I - II - III E IV
EDUCAÇÃO INFANTIL I
EDUCAÇÃO INFANTIL II
EDUCAÇÃO INFANTIL III
EDUCAÇÃO INFANTIL IV
Professora: Valeria Morgana (Muito obrigada)
sábado, março 03, 2012
10 de março – Dia do Telefone
No dia 10 de março é comemorado o Dia do Telefone. Que tal reservar um momento desse dia para conversar com seus alunos sobre esse aparelho tão importante? Para começar, leia alguns parágrafos sobre a história do telefone. Depois, conte-a a seus alunos de maneira que eles a compreendam.
História do telefone
O telefone foi criado há mais de um século por Alexander Graham Bell (1847-1922). Ele queria inventar uma maneira de transmitir voz à distância. Para isso, inspirou-se no telégrafo, aparelho que transmitia mensagens entre pontos distantes por meio de sinais. Graham Bell criou então um aparelho que transformava o som em sinais elétricos. Esses sinais corriam por um fio até chegar à outra ponta, e viravam som outra vez. Era o telefone! Isso aconteceu em 1876.
O primeiro aparelho era muito rudimentar. Não era possível falar e ouvir ao mesmo tempo, como os de hoje. Naquele mesmo ano, Thomas Edison, após várias tentativas, conseguiu inventar um aparelho por meio do qual conseguia ouvir e falar.
O primeiro telefone chegou ao Brasil em 1877. Não se sabe ao certo a quem pertencia esse aparelho, mas há boatos de que Graham Bell o mandou de presente para D. Pedro II.
O telefone demorou a ser aceito pela população. Muitos não o aceitavam porque não compreendiam seu funcionamento. Com o tempo, ele começou a se tornar popular, e hoje em dia ele é praticamente indispensável. Vocês conseguem imaginar o mundo de hoje sem telefone?
Fontes de pesquisa:
http://www.smartkids.com.br/datas-comemorativas/10-marco-dia-do-telefone.html
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/marco/dia-do-telefone.php
Sugestões de atividades
1. Roda de conversa
Para iniciar a conversa, tome como base a pergunta que encerra o texto anterior: “Vocês conseguem imaginar o mundo de hoje sem telefone?”. Questione-os: “Por quê? Como vocês acham que as pessoas faziam para se comunicar antes da invenção do telefone?” Fale a ele sobre o telégrafo, as cartas e bilhetes. Comente que antigamente havia meninos conhecidos como “moleques de recado”, que recebiam alguns trocados para levar recados de uma casa a outra. Ainda sobre o telefone, questione-os: “Vocês têm telefone em casa? Quantos? Têm telefone celular?”
2. Explorando o tema
Apresente estas ou outras imagens de telefones antigos, para que os alunos possam perceber a evolução dos aparelhos.
Dê a cada aluno uma folha de papel para que desenhem o aparelho de que mais gostaram.
3. Praticando
a) Telefone de lata (a ser feito pelo professor)
Quem nunca brincou de telefone de lata quando era criança? Faça esse brinquedo simples e e divirta-se com seus alunos!
Material
• 2 latas de alumínio pequenas, vazias e limpas (de preferência, sem partes cortantes)
• 2 metros de barbante fino
• 1 vela
Modo de fazer
1. Caso a lata escolhida tenha partes cortantes, amasse com cuidado suas bordas com um martelo pequeno ou alicate.
2. Usando prego fino, fure o fundo de cada lata, bem no centro.
3. Passe a lateral da vela em todo o barbante, para encerá-lo.
4. Enfie uma ponta do barbante no furo, de fora para dentro. Depois, dê um nó na ponta do barbante para que não escape. Faça o mesmo do outro lado.
5. Para brincar, cada aluno segura uma das latas. Enquanto um fala numa lata, o outro o escuta na outra lata. Lembre-se: o barbante deve ficar bem esticado para que o telefone funcione direitinho.
b) Telefone de sucata
Disponibilize materiais recicláveis, como caixas de tamanhos variados, tampas de refrigerante, retalhos de papel ou tecido. Providencie também botões de roupa, tintas e cola colorida. Distribua modelos de telefones para auxiliar os alunos no processo de montagem. Deixe-os livres para montar o aparelho como quiserem.
Se desejar montar um telefone em conjunto com os alunos, segue uma sugestão. Para montá-lo, delegue funções a cada aluno: um corta as caixas, outros as pintam, outros elaboram os botões etc.
Material
• duas caixas de lenço
• retalhos de papel colorido ou EVA de várias cores
• papel-cartão da cor de sua preferência
• cartolina branca
• tinta
• fitilho
• canetas hidrocores
• cola colorida
• cola branca
• tesoura
• régua
• lápis ou caneta
Modo de fazer
1. Corte uma das caixas de lenço ao meio. Repare que, ao fazer isso, você obterá duas metades com um recorte. Reserve uma delas.
2. Com a outra metade, faça o seguinte: usando uma caneta ou lápis, risque o lado não recortado.
3. Em seguida, corte sobre o risco, de modo que os dois lados fiquem iguais. Essa será a parte móvel do telefone.
4. Pegue a outra metade e cole-a na outra caixa de lenço, de modo que os recortes fiquem do mesmo lado, assim:
5. Cubra a parte de trás das caixas com cartolina branca e depois pinte com a cor de sua preferência. Em seguida, cubra as laterais com papel-cartão da cor escolhida.
6. Vire as caixas. Faça um pequeno furo na base e outro na parte móvel do telefone, como indicado na imagem. Passe o fitilho por esses furos, dando um nó nas pontas para que não escapem do furo.
7. Usando a mesma cor de papel-cartão escolhida para cobrir as laterais das caixas, prepare o acabamento da metade móvel. Para isso, meça sua largura, marque-a no papel-cartão e recorte uma tira comprida. Encaixe a ponta dessa tira num dos cantos da parte do móvel. Dobre o papel na altura da caixa. Em seguida, estique a tira até chegar ao primeiro recorte da caixa. Dobre até alcançar o fundo da caixa. Estique o restante da tira até o próximo recorte e dobre para cima, até a altura da caixa. Dobre novamente e estique a tira até a outra ponta da caixa. Dobre mais uma vez para baixo e estique para o fundo da caixa. Recorte o que sobrar dessa tira. Ela deve ficar assim:
8. Em seguida, encaixe a tira dobrada na metade móvel e cole-a no fundo e nas laterais da caixa. Depois, passe cola nas partes elevadas, da seguinte forma:
9. Usando retalhos de papel colorido ou EVA, faça dois círculos de mesmo tamanho e cores diferentes. Cole cada círculo numa das partes elevadas. Encaixe essa parte do telefone na outra.
10. Recorte 12 quadradinhos de EVA ou papel colorido para fazer os botões. Recomenda-se que cada botão meça de 1,5 cm a 2 cm. Organize os quadradinhos em 3 linhas e 4 colunas, como na imagem a seguir. Em cada quadradinho, escreva um dos nove números (0 a 9) e dois símbolos (asterisco, “jogo da velha”) normalmente encontrados nos aparelhos de telefone fixo. Se desejar, pode inventar outros símbolos.
11. Cole os quadradinhos conforme indicado na imagem. Para finalizar, desenhe outros detalhes com cola colorida, como o identificador de chamadas.
12. O telefone está pronto! Você pode deixá-lo na mesa do professor para que seja usado em outras atividades ao longo do ano. Você pode, por exemplo, convidar algum aluno para falar sobre algum assunto de que gosta, relatar alguma experiência interessante etc. A ideia é que o aluno convidado fale como se estivesse conversando com alguém ao telefone. Divirtam-se!
Fonte de pesquisa: http://blogdacarolcarolina.blogspot.com/2010/05/lucleo-e-kelly.html
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