Venha,pegue o que quiser e passe adiante... Por mais que plantem o mal, prossiga semeando o bem...
A mente que mente é regador de ilusões não faz proliferar jardim...
Amigos que agente faz por ai...
sexta-feira, julho 08, 2011
quinta-feira, julho 07, 2011
quarta-feira, julho 06, 2011
Outros sistemas de escrita
Muitos sistemas de escrita - antigos e contemporâneos - não são alfabéticos, ou seja, os símbolos não representam um som (fonema). Alguns representam a palavra (sistemas ideográficos e logográficos), a sílaba (silabários), ou combinam símbolos para sons e palavras (mistos). Escrita egípcia antiga (hieróglifos) Nascimento: Cerca de 3.200 anos antes da nossa era (5.200 anos atrás) Lugar onde surgiu : Vale do Rio Nilo Número de símbolos: 700 no início (segundo milênio) até 5 mil no período greco-romano Sentido de leitura: Vários (da direita para a esquerda, da esquerda para a direita, de cima para baixo). Deve ser lido no sentido para onde os símbolos que representam homens ou animais estiverem voltados (estes daqui estão indicando da esquerda para a direita). Funcionamento: misto (sistema ideográfico enriquecido de notações fonéticas). Existem ainda dois estilos mais cursivos, o hierático e o demótico. Desaparecimento: Final do quarto século antes de Cristo. Escrita chinesa
Lugar onde surgiu: Anyang, província de Henan, China Número de símbolos: 49.905, dos quais 3 mil são de uso habitual Sentido de leitura: Originalmente vertical, da direita para a esquerda. Desde o século XX, horizontal, da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita Funcionamento: Ideofonográfico Línguas que a utilizam: chinês, japonês, coreano Escrita nahuatl (asteca)
Lugar onde surgiu: Vale do México Número de símbolos: ainda não totalmente quantificados Língua que a utilizava: nahuatl (língua falada por vários povos da América pré-colombiana, entre eles os astecas, que também criaram pirâmides e um calendário próprio) Funcionamento: só se sabe que não é alfabético Sentido de leitura: todos os sentidos Decifração: Começou a ser sistematizada há cerca de quatro décadas Desaparecimento: 1521. Após a conquista do que hoje é o México pelos espanhóis, essa escrita foi quase totalmente destruída de forma brutal pelos conquistadores, que queimaram a maior parte dos documentos, por motivos religiosos. Sistema Japonês – uma adaptação singular
Nascimento: primeiros traços da introdução da escrita chinesa – século I da nossa era; difusão do uso da escrita chinesa a partir do século V. Difusão dos kana: século X Número de caracteres: Igual ao do sistema chinês. O ensino japonês prevê que 1.945 caracteres sejam aprendidos, dos quais 1006 são programados para os seis anos do ensino básico. Por causa da presença de nomes próprios, o uso real que se observa na imprensa é de cerca de 3.000 símbolos. As duas séries de kana, hiragana e katakana são constituídas de 48 símbolos. Sentido de leitura: vertical, da direita para a esquerda para a literatura e imprensa; horizontal, da esquerda para a direita para textos oficiais ou científicos.
Hiragana e katakana são dois sistemas silábicos que, associados a alguns milhares de caracteres chineses, constituem a escrita japonesa. Hiragana é indispensável para formar os elementos gramaticais e indicar a pronúncia japonesa dos caracteres chineses. O outro, katakana, serve para transcrever as palavras de origem estrangeira. Não se usam espaços entre as palavras, mas o contraste entre caracteres silábicos e chineses funciona para facilitar a leitura. A história da escrita japonesa, de sistema misto, é exemplar, porque mostra como a evolução dos caracteres está ligada à história da sociedade japonesa. A evolução desse sistema continua em curso atualmente, com a adaptação do uso para informática Sistema Bhrami (silabário)
Local onde surgiu: subcontinente indiano Origem: indeterminado Número de símbolos: 39 principais (vogais e consoantes isoladas) e símbolos para ligações entre elas Funcionamento: silábico. Este tipo de escrita é a origem das escritas indianas posteriores. O bhrami é o ancestral de centenas de sistemas de escrita utilizados na Índia e em todo o Sudeste Asiático. Com um dos seus derivados, o devanagari, por exemplo, se escrevem línguas como o sânscrito o hindi.
Fonte: L`aventure des écritures - naissances. Anne Zali et Anne Berthier (orgs). Bibliotéque nationale de France. Paris, 1997 |
Alguns Alfabetos...
A invenção do alfabeto é uma revolução na história da escrita. Alfabetos são sistemas de escrita puramente fonéticos, ou seja, cada símbolo representa um som (ou mais de um). O alfabeto é um sistema totalmente abstrato, ou seja, uma convenção. Não há ligação entre os significados e a representação gráfica do texto. Um mesmo alfabeto pode ser adaptado e utilizado para quaisquer línguas. É um sistema simples e democrático, porque sua aprendizagem está ao alcance de todos. O primeiro alfabeto conhecido é o fenício, que deu origem a quase todos os outros.
Alfabeto Fenício
Nascimento: Entre os séculos XIII e XI a.C.
Lugar onde surgiu:Oriente Médio, nas antigas cidade de Biblos e Tiro
Número de símbolos:22
Algumas línguas que o utilizam: fenício e diversas outras línguas da Antiguidade, da região onde ele foi inventado.
Sentido de leitura: Da direita pra a esquerda
Funcionamento:Consonantal. Não está mais em uso, mas é o ancestral de quase todos os alfabetos e está na origem da línguas semíticas e da maior parte das línguas indo-europeias.
Nascimento: Entre os séculos XIII e XI a.C.
Lugar onde surgiu:Oriente Médio, nas antigas cidade de Biblos e Tiro
Número de símbolos:22
Algumas línguas que o utilizam: fenício e diversas outras línguas da Antiguidade, da região onde ele foi inventado.
Sentido de leitura: Da direita pra a esquerda
Funcionamento:Consonantal. Não está mais em uso, mas é o ancestral de quase todos os alfabetos e está na origem da línguas semíticas e da maior parte das línguas indo-europeias.
Alfabeto Hebraico
Nascimento: décimo século antes de Cristo
Lugar onde surgiu: Oriente Médio
Número de símbolos: 22
Algumas línguas que o utilizam: hebraico, aramaico, ídiche, judeu-espanhol, judeu-árabe, etc
Sentido de leitura: da direita para a esquerda
Sistema: Consonantal. Escrita ainda em uso
O alfabeto hebraico, como o fenício do qual é derivado, é consonantal. É ao pronunciar a palavra escrita que o falante inclui as vogais, pelo contexto. Existem atualmente alguns sinais vocálicos que podem ser acrescentados às letras, mas não são usados amplamente. O hebraico é um exemplo também de alfabeto que possui significação místico-religiosa. Tradicionalmente, eram atribuídos valores numéricos às letras do alfabeto. Assim, a primeira letra, “aleph”, representa a unidade e é associada ao conceito de Deus – único e onipresente na cultura hebraica.
Alfabeto Árabe
Nascimento: Entre o V e o IV século depois de Cristo
Lugar onde surgiu: Arábia
Número de símbolos: 28 símbolos
Línguas que o utilizam:árabe, persa, turco-otomano, malaio, urdu, e numerosas línguas africanas
Sentido de leitura: da direita para a esquerda
Funcionamento: Consonantal. Ainda em uso
O alfabeto árabe é considerado sagrado porque, segundo a religião muçulmana, o Corão foi ditado diretamente por Deus ao profeta Maomé. Assim, o texto reflete a palavra divina. A caligrafia também é muito importante na cultura islâmica, e é utilizada para fins religiosos, artísticos e científicos.
Alfabeto Grego
Nascimento: aproximadamente décimo século antes de Cristo
Lugar onde surgiu: Grécia
Número de símbolos: 24 letras
Línguas que o utilizam: grego, e os extintos antigos jônico e dórico. Hoje é usado para a linguagem científica e matemática.
Sentido de leitura: originalmente da direita para a esquerda; a partir do século V a.C., da esquerda para a direita
Funcionamento: Alfabético. Alfabeto ainda em uso. Foi nesse sistema que foram inventadas as vogais.
Nascimento: décimo século antes de Cristo
Lugar onde surgiu: Oriente Médio
Número de símbolos: 22
Algumas línguas que o utilizam: hebraico, aramaico, ídiche, judeu-espanhol, judeu-árabe, etc
Sentido de leitura: da direita para a esquerda
Sistema: Consonantal. Escrita ainda em uso
O alfabeto hebraico, como o fenício do qual é derivado, é consonantal. É ao pronunciar a palavra escrita que o falante inclui as vogais, pelo contexto. Existem atualmente alguns sinais vocálicos que podem ser acrescentados às letras, mas não são usados amplamente. O hebraico é um exemplo também de alfabeto que possui significação místico-religiosa. Tradicionalmente, eram atribuídos valores numéricos às letras do alfabeto. Assim, a primeira letra, “aleph”, representa a unidade e é associada ao conceito de Deus – único e onipresente na cultura hebraica.
Alfabeto Árabe
Nascimento: Entre o V e o IV século depois de Cristo
Lugar onde surgiu: Arábia
Número de símbolos: 28 símbolos
Línguas que o utilizam:árabe, persa, turco-otomano, malaio, urdu, e numerosas línguas africanas
Sentido de leitura: da direita para a esquerda
Funcionamento: Consonantal. Ainda em uso
O alfabeto árabe é considerado sagrado porque, segundo a religião muçulmana, o Corão foi ditado diretamente por Deus ao profeta Maomé. Assim, o texto reflete a palavra divina. A caligrafia também é muito importante na cultura islâmica, e é utilizada para fins religiosos, artísticos e científicos.
Alfabeto Grego
Nascimento: aproximadamente décimo século antes de Cristo
Lugar onde surgiu: Grécia
Número de símbolos: 24 letras
Línguas que o utilizam: grego, e os extintos antigos jônico e dórico. Hoje é usado para a linguagem científica e matemática.
Sentido de leitura: originalmente da direita para a esquerda; a partir do século V a.C., da esquerda para a direita
Funcionamento: Alfabético. Alfabeto ainda em uso. Foi nesse sistema que foram inventadas as vogais.
Alfabeto Latino
Nascimento: século V a.C.
Lugar onde surgiu: Itália
Número de símbolos: 19 letras originalmente, mais tarde 24 e hoje, 26
Línguas que o utilizam:Inicialmente, línguas neolatinas e, atualmente, um grande número de línguas em todo o mundo.
Sentido de leitura: atualmente, da esquerda para a direita
Funcionamento: Alfabético. Atualmente em uso.
Nascimento: século V a.C.
Lugar onde surgiu: Itália
Número de símbolos: 19 letras originalmente, mais tarde 24 e hoje, 26
Línguas que o utilizam:Inicialmente, línguas neolatinas e, atualmente, um grande número de línguas em todo o mundo.
Sentido de leitura: atualmente, da esquerda para a direita
Funcionamento: Alfabético. Atualmente em uso.
Fonte: L´aventure des écritures - Naissances. Anne Zali e Annie Berthier (orgs). Bibliothèque nationale de France, 1997.
TOC na infância: conheça os sinais e a importância do tratamento
Crianças são cheias de manias. Você bem sabe disso. Só que essa característica também está ligada a quem tem o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Para diferenciar o que é próprio da fase do seu filho ou um problema é preciso observar a frequência em que essas manias acontecem. Ou seja, quando a criança simplesmente não consegue deixar de fazê-las e sofre com isso. Mas lembre-se: só um especialista pode dar o diagnóstico. Nem tudo é TOC. Para entender melhor sobre o transtorno, CRESCER conversou com a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, que recém-lançou Mentes e Manias (Ed. Fontanar/Objetiva R$ 34,90). Na obra, ela dedica um capítulo inteiro para falar do TOC na infância.
CRESCER – O TOC tem idade para começar?
Ana Beatriz Barbosa Silva – Geralmente, começa na adolescência, mas pode aparecer na infância também, entre 6 e 8 anos, em média. Essa é justamente a fase em que a criança começa a ser ver como indivíduo e parte de uma sociedade. Até então, ela achava que era uma extensão dos outros ao seu redor. E para esse amadurecimento natural é comum que ela adote certos rituais e apresente pensamentos obsessivos. Por exemplo: as crianças costumam temer muito a morte da mãe, então, elas coçam o nariz três vezes para protegê-la, ou só andam nas pedrinhas brancas quando estão na rua. Essas pequenas manias fazem parte do crescimento. O problema está quando, junto com elas, vem um alto nível de ansiedade - e o que era só esporádico vira rotineiro e passa a atrapalhar a socialização -, como aquela criança que não consegue ir para a casa de um amigo porque tem medo de deixar a mãe sozinha e algo de ruim acontecer com ela. CRESCER – Como diferenciar manias de TOC? A.B.B.S. – O TOC traz sofrimento. A criança não consegue deixar de repetir aquele ritual, e isso compromete a sua vida na escola, com a família, os amigos. É importante prestar atenção no seu filho e ver se aquelas manias típicas da infância não ultrapassam a linha do que é saudável ou não. Uma criança que tem pavor de se sujar, e precisa trocar de roupa imediatamente, e aquela que arruma o quarto de um modo que, se alguém mexer, ela se tornará explosiva, são casos que merecem atenção. Outro exemplo são aquelas que não admitem um erro: se escrevem uma palavra com a grafia incorreta, não são capazes de passar a borracha no caderno, arrancam a folha e começam tudo de novo. Mexer sistematicamente em machucados, arrancar as casquinhas ou fios de cabelo e pêlos da sobrancelha. Tudo isso pode ser indício de TOC. Mas essas coisas têm de envolver sofrimento, porque as crianças simplesmente não conseguem não fazer.
CRESCER – O TOC em crianças acontece da mesma forma que nos adultos? A.B.B.S. – Nas crianças há o agravante de que elas ainda vivem em um mundo permeado por fantasia. Isso quer dizer que elas realmente acreditam que, se não ficarem o dia todo monitorando a mãe pelo celular, ela poderá morrer. O adulto, por outro lado, tem consciência de que os seus rituais não são lógicos, apesar de ambos não conseguirem controlá-los. Até por isso é mais fácil o diagnóstico nas crianças. Por mais que elas não falem abertamente sobre a questão, elas dão muito mais indícios. Já os adultos se sentem constrangidos e geralmente escondem o problema.
CRECER – Como o transtorno é desencadeado?
A.B.B.S. – É preciso ter uma predisposição genética para desenvolver TOC e algum fator que o desencadeie. Nas crianças, pode ser um estresse prolongado (que dure entre 1 e 2 anos), como a separação complicada dos pais, algum parente com uma doença séria, o bullying na escola. Crianças com essa carga genética também serão mais perfeccionistas e extremamente controladoras. Porém, o mais importante não é descobrir o que desencadeou o TOC, mas sim tratá-lo.
CRESCER – E como é o tratamento? A.B.B.S. – O TOC é o transtorno que mais mexe com a taxa de serotonina, uma espécie de antidepressivo cerebral. Funciona assim: quanto mais baixo o nível de serotonina, maior a incidência de pensamentos negativos e obsessivos. Então, o primeiro passo é procurar um médico, já que o problema não melhora espontaneamente. O tratamento é medicamentoso e psicoterápico. Remédios para controlar a taxa de serotonina e terapia para expor a criança ao objeto de obsessão ou a situações que antes ela achava catastrófica – o objetivo é que ela perca completamente o medo e bloqueie o ciclo de pensamentos ruins. Por isso, os pais não podem ter preconceito em dar remédio para os filhos. No livro, uma mãe diz em seu depoimento que foi muito difícil a decisão de dar medicamentos psiquiátricos para o seu filho, mas, no fim, ela percebeu que era como se ele tomasse remédios para o coração, por exemplo. Ele teria que conviver com aquilo. Tratar o TOC na infância abre uma possibilidade enorme de que na idade adulta, fase mais crítica, o transtorno fique em um grau mais leve.
http://revistacrescer.globo.com
A.B.B.S. – É preciso ter uma predisposição genética para desenvolver TOC e algum fator que o desencadeie. Nas crianças, pode ser um estresse prolongado (que dure entre 1 e 2 anos), como a separação complicada dos pais, algum parente com uma doença séria, o bullying na escola. Crianças com essa carga genética também serão mais perfeccionistas e extremamente controladoras. Porém, o mais importante não é descobrir o que desencadeou o TOC, mas sim tratá-lo.
CRESCER – E como é o tratamento? A.B.B.S. – O TOC é o transtorno que mais mexe com a taxa de serotonina, uma espécie de antidepressivo cerebral. Funciona assim: quanto mais baixo o nível de serotonina, maior a incidência de pensamentos negativos e obsessivos. Então, o primeiro passo é procurar um médico, já que o problema não melhora espontaneamente. O tratamento é medicamentoso e psicoterápico. Remédios para controlar a taxa de serotonina e terapia para expor a criança ao objeto de obsessão ou a situações que antes ela achava catastrófica – o objetivo é que ela perca completamente o medo e bloqueie o ciclo de pensamentos ruins. Por isso, os pais não podem ter preconceito em dar remédio para os filhos. No livro, uma mãe diz em seu depoimento que foi muito difícil a decisão de dar medicamentos psiquiátricos para o seu filho, mas, no fim, ela percebeu que era como se ele tomasse remédios para o coração, por exemplo. Ele teria que conviver com aquilo. Tratar o TOC na infância abre uma possibilidade enorme de que na idade adulta, fase mais crítica, o transtorno fique em um grau mais leve.
http://revistacrescer.globo.com
terça-feira, julho 05, 2011
segunda-feira, julho 04, 2011
Férias...Acidentes domésticos.
Mais tempo em casa representa mais riscos de acidentes domésticos. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria indica que aproximadamente 80% dos acidentes com crianças ocorrem dentro de casa.
O perigo pode estar mais próximo do que os pais imaginam. Um simples tanque pode representar um risco para uma criança curiosa. Além dos vários casos de ingestão de medicamentos, venenos ou objetos. O médico Pediatra Geraldo da Costa e Silva confirma que muitas das crianças que atende são vítimas dos acidentes domésticos. Um dos casos mais chocantes foi de uma criança que ingeriu um prego do tamanho da palma de uma mão. Com um acompanhamento o objeto saiu naturalmente, mas o susto foi grande.
Simples medidas de prevenção e precaução podem ser tomadas para que fatos como este não se repitam. Dr. Costa e Silva dá a dica: ” Os pais devem ficar atentos. Qualquer deslize pode ocasionar algum tipo de acidente imprevisível”. Ele cita algumas precauções que devem ser seguidas diariamente como:
- O cabo da panela deve estar sempre virado para dentro do fogão.
- Os remédios devem ficar em um local fora da visão das crianças.
- Produtos de limpeza não devem ser armazenados em garrafas pet.
- Fósforos precisam ser escondidos das crianças.
- Quanto menor for a criança, maior deve ser o brinquedo apropriado para ela.
Com estas dicas e cuidados simples, sua família pode lembrar das férias apenas pela diversão da criançada. Por isso fique atento, e em caso de ingestão de qualquer tipo de produto tóxico ou objeto, leve a criança imediatamente para um atendimento médico especializado.
Via Mulher Criativa.
domingo, julho 03, 2011
Férias
Olá...estou de férias e assim que descansar um pouquinho vou postar modelos de relatórios que fiz para meu uso e outros que garimpei na internet ...tbm vou postar projetos para serem trabalhados no segundo semestre e algumas atividades especificas para o dia dos pais ,da família,folclore etc...
Até logo.
tia da creche
Até logo.
tia da creche
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