A mente que mente é regador de ilusões não faz proliferar jardim...

Amigos que agente faz por ai...

quarta-feira, abril 26, 2017

Recadinho importante

Amores ,boa noite

Aproveito para lembrar que dia  28/04/2017 precisamos participar da greve geral ,não se trata de defender partidos políticos nem sindicatos,mas se trata de lutar para manter poucos direitos que temos.Muito estão usando o argumento " não vou participar dessa greve porque ela é organizada pela ESQUERDA" para esses recomendo que vão estudar"Pense. Duvide. Pesquise. Busque." conhecimento ,esse tipo de argumento é raso e demonstra bem a falta de conhecimento histórico e social que estas estão condicionadas...a ignorância não é privilegio é uma doença social e deve ser combatida com o conhecimento...a menos que eles estejam esperando a "direita" organizar uma greve,prefiro acreditar que se trata mesmo de falta de conhecimento. Não envergonhem seus filhos e alunos.

SER PROFESSOR E NÃO LUTAR É UMA CONTRADIÇÃO PEDAGÓGICA

(PAULO FREIRE)


Obs: Logo mais posto novidades,respondo as mensagens deixada no blog e as enviadas por email...um pouquinho mais de paciência...me falta tempo...mas estou resolvendo essa questão...bjinhus a todos.

COMO FUNCIONA O CÉREBRO DA PESSOA COM AUTISMO?

O QUE POSSO FAZER: MEU FILHO REPETIU?

Se o seu filho ficou retido e você não concorda com a decisão da escola e mora no Estado de São Paulo você deverá seguir a  Deliberação CEE n.127/2014 e da Deliberação CEE-SP n.128/2014 que alteram a Deliberação CEE-SP n.120/2014 e revoga a Deliberação CEE-SP n.11/96.
Então, o que está a valer no Estado de São Paulo é a Deliberação CEE-SP n.127/2014.
Saiba mais aqui
Procedimentos:
a)  Ter ciência da retenção;
b)  A partir da ciência de retenção você terá um prazo de 10 dias corridos (por isso, cuidado com o final de semana, porque não são úteis e sim corridos)  para entrar com Pedido de Reconsideração;
c) O pedido (elaborado em duas vias) é dirigido para a Diretora Pedagógica e protocolado na secretaria da escola;
d) Após o protocolo a escola terá 10 dias corridos para a devolutiva, porém este prazo será suspenso durante os períodos de recesso escolar e férias dos docentes;
e) A Direção da Escola convocará o Conselho de Classe e este analisará novamente o processo de ensino/aprendizagem de seu filho;
f) Se a resposta permanecer a mesma, isto é, o Conselho de Classe mantiver a retenção e , mesmo assim, você não aceitar  poderá entrar com Recurso;
g) O Recurso é protocolado também na escola, porém ele é endereçado ao Dirigente Regional de Ensino que supervisiona a escola de seu filho;
h) A escola encaminhará o pedido de Recurso para o Dirigente Regional com todos os documentos comprobatórios da decisão de retenção: diários de classe, planos de trabalho de cada componente curricular, ficha individual de avaliação periódica (de cada bimestre ou trimestre); avaliações, atas de reuniões com os pais, atas do Conselho de Classe dos bimestres ou trimestres, Regimento Escolar, Projeto Pedagógico. Enfim, todos os documentos que possam comprovar que a escola procedeu de forma correta em suas ações educativas e que a decisão de retenção é apropriada;
i) A Diretoria de Ensino terá um prazo de 15 dias para dar a devolutiva;
j) A decisão da D.E. será informada aos pais pela escola em prazo de 5 dias a partir do recebimento da devolutiva da D.E.
l) Se a decisão da D.E. mantiver a reprovação, os pais poderão entrar com Recurso Especial endereçado ao Conselho Estadual de Educação, mas só se houver um fato novo, discriminação, não cumprimento do Regimento Escolar  ou da legislação vigente. O Recurso Especial será interposto na Diretoria de Ensino após 5 dias da ciência da devolutiva.
m) A Diretoria de Ensino terá um prazo de  5 dias para encaminhar para o CEE.
n) Se houver divergência entre a decisão da escola e da Diretoria de Ensino , prevalecerá a da DE até a manifestação do CEE.
 Agora , atenção, o pedido de reconsideração é DIREITO dos alunos, mas ele deverá ser solicitado 10 dias após a ciência da reprovação . A perda do prazo inviabiliza todo o processo.
Fiquem atentos.

Em defesa da liberdade de expressão em sala de aula...

Sala dos Professores: Em defesa da liberdade de expressão em sala de aul...: Por Fernando de Araujo Penna Clique para aderir à carta "Em defesa da liberdade de expressão em sala de aula" Ar...

Reclassificação. O caminho para que o aluno recupere a motivação

Caso o estudante não tenha aprendido em tempos iguais e determinados ao padrão estabelecido pela instituição escolar, lá vem ela: a reprovação. Ela surge como matriarca do ensino que tem como modelo o professor como um transmissor de conhecimentos e o aluno como um mero receptor. Além disso, espera-se desse sujeito “homogeneidade” com os demais sujeitos.
O fato de não caminhar de acordo com os demais e não aprender e adquirir os conhecimentos a partir das estratégias padronizadas para tal padrão nem sempre significam fracasso, e levam o sujeito que dedicou-se ao ato de aprender, a desmotivar-se e não mais querer investir em seu ato de conhecer.
Neste momento surge o serviço de Reclassificação Escolar, oferecido pelo,quando aplicada com critérios claros e compromisso, traz bons resultados dentro e fora da sala de aula.Trata-se de uma ferramenta de inclusão, com foco no trabalho pedagógico e na aprendizagem e nos ajuda a refletir sobre quais são os verdadeiros motivos que devem envolver uma reprovação.

É desta forma que o Colégio Graphein trabalha: de forma compromissada, no âmbito psicopedagógico, para que possamos realizar o resgate dos conteúdos conceituais deste aluno e também cuidar dos aspectos emocionais, alicerce para uma aprendizagem autônoma e prazerosa.
Nossa equipe técnica e corpo docente realizam um acompanhamento muito próximo a cada aluno que ingressa em nossa escola dentro do serviço de Reclassificação Escolar. Fazemos uma ampla sondagem para que possamos conhecer esse aluno, seu histórico, sua relação com o ato de conhecer e sua modalidade de aprendizagem e assim iniciarmos a elaboração de seu Projeto Singular, onde serão trabalhados os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais pertinentes ao seu perfil como sujeito e, consequentemente, levá-lo ao êxito como estudante.
Ao falarmos de Reclassificação Escolar, não podemos deixar de citar a Progressão Parcial, que também vem ao encontro de respeitarmos as singularidades dos alunos, que podem avançar nas demais disciplinas sem ficarem estagnados em função do fracasso em outras. O tempo destinado à metodologia e avaliação neste processo, farão parte de um plano de trabalho elaborado pelo professor, em conjunto com a equipe técnica, considerando as aprendizagens já realizadas, as lacunas pedagógicas e os conteúdos a serem aprendidos.
No Colégio Graphein trabalhamos com a Progressão Parcial, que também ganhou destaque na LDB 9394/96.
Tais procedimentos vem ganhando destaque em função das novas reflexões sobre os “culpados” em relação ao processo de reprovação escolar. Temos caminhado, felizmente, para deixar de lado a visão de aluno como único responsável pela sua reprovação e refletido mais amplamente no que diz respeito ao processo educacional como um todo, envolvendo o papel do professor, da escola e da família.
Dra. Nívea Fabrício, diretora do Colégio Graphein e presidente da ANDEA Associação Nacional de Dificuldades de Ensino e Aprendizagem

Instrumentos de Avaliação

Os instrumentos de avaliação de aprendizagem devem ser largamente utilizados ao longo do período letivo. Esses instrumentos de avaliação devem permitir ao professor colher informações sobre a capacidade de aprendizado dos alunos, medida, em especial, pela competência dos mesmos para resolver problemas e instrumentalizar o conhecimento para a tomada de decisões.
Cabe ao professor da disciplina, definir os instrumentos que serão utilizados para melhor acompanhar o processo de aprendizado de seus alunos.
Não existem instrumentos específicos de avaliação capazes de detectar a totalidade do desenvolvimento e aprendizagem dos alunos. É diante da limitação que cada instrumento de avaliação comporta que se faz necessário pensar em instrumentos diversos e mais adequados com suas finalidades, para que dêem conta, juntos, da complexibilidade do processo de aprender.

Segue alguns exemplos de instrumentos de avaliação.


1. OBSERVAÇÃO


O ato de observar é uma característica própria e é através dele que informamos sobre o contexto em que estamos, para nele nos situarmos de forma satisfatória de acordo com normas e valores dominantes.

Aspectos Negativos:

É um instrumento de pouca utilização de registro e de falta de sistematização, os dados colhidos, muitas vezes, se perdem ou não são utilizados de forma produtiva para refletirem sobre a prática pedagógica e o desenvolvimento dos alunos.



Aspectos Positivos

Através da observação, os educadores podem conhecer melhor os alunos, analisar seu desempenho nas atividades em sala de aula e compreender seus avanços e dificuldades. Ao mesmo tempo, os alunos poderão tomar consciência dos processos vividos pelo grupo.

A observação exige do professor:

Eleger o objeto de investigação ( um aluno, uma dupla, um grupo etc);
Elaborar objetivos claros (descobrir dúvidas, avanços etc);
Identificar contextos e momentos específicos (durante a aula, no recreio etc);
Estabelecer formas de registros apropriados ( vídeos, anotações etc).

Indicações

Observações em atividades livres, no recreio, individuais, etc.


2. REGISTRO / FICHAS

Tem como função acompanhar o processo educativo vivido por alunos e professores, é através dele que se torna possível realizar uma análise crítica e reflexiva do processo de avaliação.

Aspectos Positivos:

Contribui para que os dados significativos da prática de trabalho não se percam. Alguns recursos podem ser utilizados, são eles:

1. Caderno de campo do professor: registro de aulas expositivas, anotações em sala de aula, projetos, relatos, debates, etc.
2. Caderno de Anotações para cada grupo de alunos: anotações periódicas sobre acontecimentos significativos do cotidiano escolar.
3. Diário do aluno: registro de caráter subjetivo ou objetivo que aluno e professores fazem espontaneamente.
4. Arquivo de atividades: coleta de exercícios e produções dos alunos, datadas e com algumas observações rápidas do professor. Esse arquivo serve como referência histórica do desenvolvimento do grupo.

Indicações:

Permite aos educadores perceberem e analisarem ações e acontecimentos, muitas vezes despercebidos no cotidiano escolar.


3. DEBATE

O debate nos permite nas situações de interação, trocar idéias com as pessoas, compreender as idéias do outro, relacioná – las e ampliar conhecimentos sobre o tema ou assunto discutido.

Aspectos positivos

Favorável para que alunos e professores incorporem conhecimentos, exige que se expressem com suas próprias palavras, exemplifiquem e estabeleçam relações com outros conhecimentos, pois o aluno expõe à turma sua forma de compreender o tema em questão.


4. AUTO - AVALIAÇÃO

Aspectos Positivos

É uma atividade de reflexão fundamental na aprendizagem, que visa levantar:
- o caminho percorrido pelo aluno para às sua respostas e resultados;
- as evidências de que conseguiu aprender;
- as evidências das dificuldades que ainda enfrenta e, a partir delas, o reconhecimento das superações que precisam ser conquistadas.

Indicações

Incentivar a consciência crítica dos alunos, em relação aos modos de agir que utilizam frente às tarefas que lhes são propostas.


5. TRABALHO EM GRUPO

É todo tipo de produção realizada em parceria pelos alunos, sempre orientadas pelo professor.

Aspectos positivos:

Estimula os alunos à cooperação e realização de ações conjuntas, propiciam um espaço para compartilhar, confrontar e negociar idéias. É necessário que haja uma dinâmica interna das relações sociais, mediada pelo conhecimento, potencializado por uma situação problematizadora, que leve o grupo a colher informações, explicar suas idéias, saber expressar seus argumentos.

Permite um conhecimento maior sobre as possibilidades de verbalização e ação dos alunos em relação às atividades propostas.

É necessário considerar as condições de produção em que se derão: o tempo de realização, o nível de envolvimento e de compromisso dos alunos, os tipos de orientações dadas, as fontes de informação e recursos materiais utilizados.


6. PARTICIPAÇÃO EM SALA DE AULA

Trata – se de analisar o desempenho do aluno em fatos do cotidiano da sala de aula ou em situações planejadas.

Aspectos Positivos:

Permite que o professor perceba como o aluno constrói o conhecimento, já que é possível acompanhar de perto todos os passos desse processo. É necessário que o professor faça anotações no momento em que os fatos a serem considerados ocorrem, ou logo em seguida, para que sejam evitadas as generalizações e os julgamentos com critérios subjetivos. Habilita o professor a elaborar intervenções específicas para cada caso e sempre que julgar necessário.

7. SEMINÁRIO

É a exposição oral que permite a comunicação das informações pesquisadas de forma eficaz, utilizando material de apoio adequado.

Aspectos Positivos:

Contribui para a aprendizagem tanto do ouvinte como do expositor, pois exige desta pesquisa, planejamento e organização das informações, além de desenvolver a capacidade de expressão em público.

Aspectos Negativos:

Às vezes, alguns professores utilizam de comparações nas apresentações entre o inibido e o desinibido.




7. PORTFÓLIO

Volume que reúne todos os trabalhos produzidos pelo aluno durante o período letivo. Presta – se tanto para a avaliação final como para a avaliação do processo de aprendizagem do aluno.

Aspecto positivo:

Evidencia as qualidades do estudante, registra seus esforços, seus progressos, o nível de raciocínio lógico atingido e, portanto, seu desempenho na disciplina. Também ensina ao aluno a organização.

Tem finalidade de auxiliar o educando desenvolver a capacidade de refletir e avaliar seu próprio trabalho.

8. PROVA DISSERTATIVA

Caracteriza – se por apresentar uma série de perguntas (ou problemas, ou temas, no caso da redação), que exijam capacidade de estabelecer relações, de resumir, analisar e julgar.

Aspectos Positivos

Avalia a capacidade de analisar um problema central, abstrair fatos, formular idéias e redigi – las: permite que o aluno exponha seus pensamentos, mostrando habilidades organização, interpretação e expressão.


9. PROVA COM CONSULTA

Apresenta características semelhantes às provas dissertativas, diferenciando – se pelo fato de o aluno pode consultar livros ou apontamentos para responder.

Aspectos Positivos:

Se bem elaborada, pode permitir que o aluno demonstre não apenas o seu conhecimento sobre o conteúdo objeto da avaliação, mas ainda, a sua capacidade de pesquisa, de buscar a resposta correta e relevante.

10. PROVA OBJETIVA

Caracteriza –se uma série de perguntas diretas para respostas curtas, com apenas uma solução possível ou em que o aluno tenha que avaliar proposições, julgando –as verdadeiras ou falsas.

Aspectos Negativos

Favorece a memorização e sua análise não permite constatar, com boa margem de acerto, quanto o aluno adquiriu em termos de conhecimento.

11. PROVA ORAL

Situação em que os alunos, expõem individualmente seus pontos de vista sobre pontos do conteúdo ou resolvem problemas em contato direto com o professor. Bastante útil para desenvolver a oralidade e a habilidade de argumentação.

http://apoioaoeducador.blogspot.com.br/2009/09/instrumentos-de-avaliacao.html